Onde se aplica a ciência da computação?

A ciência da computação é uma área que possibilita ao profissional trabalhar com elaboração de programas de informática, e também realizar análise de necessidades de uma empresa para desenvolver softwares e aplicativos. E isto se vale para opções simples, como contadores de caloria até programas mais complexos como os usados para gerenciar a produção de uma multinacional.

Quem escolhe um curso superior na área de informática com toda a certeza terá na grade de disciplinas fundamentos da computação, eletricidade e matemática. É necessário ter boa capacidade de raciocínio abstrato e lógico, e ainda estar preparado para realizar muitos cálculos. Durante os anos de faculdade o estudante terá contato também com linguagem de programação, sistemas de harware e software, banco de dados, redes, robótica e computação gráfica.

O profissional formado em um curso ciencia da computação tem a função de oferecer assistência aos usuários, realizar a manutenção de computadores e também de conexões de rede e internet. Quem obtém o diploma de faculdade ciencia da computação também pode implantar e gerenciar bancos de dados, e ainda realizar instalação e manutenção de sistemas de segurança da informação.

 

Área de atuação da ciencia da computação

Ao cursar ciencia da computação ead o aluno poderá aplicar seus conhecimentos para atuar em áreas que envolvem:

  • Banco de dados (desenvolvimento de programas de computador para organizar, classificar e indexar informações);
  • Desenvolvimento de softwares e aplicativos (trabalhando na elaboração de programas, como por exemplo jogos de computador e de videogames);
  • Marketing e vendas (realizando a divulgação e venda de softwares e hardwares, e também analisando o planejamento de novos produtos e serviços);
  • Suporte (fazendo assessoria de usuários para adquirir equipamentos e programas, e também a manutenção em sistemas e redes de computadores).

O cientista da computação, como é chamado o profissional que fazer um curso ciencia da computação, pode atuar ainda com sistemas de informação e no desenvolvimento de programas específicos. Neste caso, é importante conhecer tudo sobre datacenter, segurança cibernética, big data, nuvem, internet das coisas e mobilidade.

Outra possibilidade muito lucrativa nos tempos atuais para quem atua em ciencia da computação é trabalhar com aplicativos para smartphones. Para isso o profissional deve conhecer bem as plataformas móveis mais populares: Android e iOS. Na atualidade quase tudo pode ser resolvido por meio de aplicativos: desde os processos bancários, até o uso de carros de transporte e também a comunicação por vídeo chamada – cada vez mais usada, tanto por empresas como por familiares que residem em cidades, estados ou até mesmo países distantes.

Por fim, o cientista da computação pode se dedicar a área de arquitetura de dados (suporte para websites, intranet e comunidades online) ou exclusivamente com análise de problemas para oferecer soluções de gerenciamento de dados de uma organização. Em uma multinacional por exemplo, desde o controle de entrada de pessoas, a informatização dos processos de recursos humanos (como a folha de pagamento) e até mesmo a integração entre os setores, dependerá do bom funcionamento dos sistemas informatizados.

Quais os tipos de portões para a sua residência?

O portão é essencial em toda casa, ajudando a protegê-la ao impedir a entrada de pessoas não autorizadas. Com isso, moradores e bens do imóvel ficam seguros, garantindo maior tranquilidade no dia a dia e minimizando o risco de perdas.

Atualmente, existem vários modelos de portão para garagem e casas. A seguir, indicamos quais são as opções disponíveis no mercado e para que tipo de imóvel elas são recomendadas.

Tipos de portões residenciais

Entre os principais tipos de portão residencial estão três modelos bastante conhecidos e utilizados: o de correr, pivotante e basculante. Saiba, logo abaixo, como é cada um deles e quando utilizá-los:

Portões de correr

Os portões de correr, também conhecidos como portões deslizantes, são abertos para as laterais. Trata-se de uma alternativa muito utilizada em imóveis residenciais, sobretudo por sua praticidade e por otimizar o espaço, já que quando aberto não atrapalha a circulação na parte interna do imóvel ou na calçada.

Justamente por isso os portões de correr são indicados para imóveis com garagens com pouco espaço interno e com grande tráfego de pessoas na calçada, reduzindo significativamente a possibilidade de limitar a locomoção.

Portões pivotantes

O portão pivotante é aquele que gira sobre um eixo vertical, popularmente chamado de pivô. Trata-se de uma alternativa que chama a atenção por seu design moderno, contribuindo positivamente com a decoração da fachada.

Mas, quando aberto o portão pivotante normalmente ocupa um pequeno espaço da calçada ou área interna. Por isso, é uma opção normalmente indicada para imóveis, sítios ou chácaras com baixo tráfego de pessoas no lado externo, inclusive com espaço interno um pouco maior na garagem.

Portões basculantes

O portão basculante é outro tipo comumente utilizado em imóveis residenciais. Essa modalidade se caracteriza por abrir para cima e não para as laterais como os demais portões, ficando suspenso. Por isso, também é chamado de portão flutuante.

Esse é um tipo recomendado para imóveis com fachada pequena, característica que impossibilita instalar o portão de correr ou basculante, que costuma demandar um pouco mais de espaço para implantação.

Dicas para escolher o portão perfeito

Na dúvida sobre como escolher o portão perfeito para seu imóvel? Existem algumas dicas que podem ser colocadas em prática para reduzir a chance de erro. Veja quais são:

Considere o espaço e circulação de pessoas

O espaço da fachada e interno deve ser adequado ao tipo de portão, para assegurar que possa ser aberto sem dificuldades. Além disso, considere o tráfego de pessoas na calçada. Se for intenso, o portão ideal é aquele que não atrapalha a circulação quando aberto.

Faça sob medida

O portão sob medida possibilita personalizá-lo para atender as especificidades de seu imóvel, garantindo um melhor aproveitamento do espaço e funcionamento. Por isso, o recomendado é investir numa opção feita especialmente para seu lar.

Prefira os automáticos e com tratamentos especiais

O portão de grade automático garante mais praticidade e segurança, já que dispensa a abertura manual. Os que ganham tratamentos especiais, por sua vez, costumam ser duráveis, como os que recebem pintura eletrostática com epóxi, que aumenta a resistência à corrosão.

Qual é a carga horária do curso de Serviço Social?

Está pensando em iniciar um curso de serviço social a distância, fique sabendo que primeiramente é importante escolher uma boa faculdade de serviço social ead. O Ministério da Educação (MEC) determina que o curso de Serviço Social seja oferecido com uma carga mínima de 3.000 horas. Portanto, para cumpri-las, você precisará ficar pelo menos quatro anos na instituição de ensino.

Essa determinação de duração de quatro anos válida para todas as faculdades autorizadas pelo governo a oferecer o curso de Serviço Social. Mas é bom lembrar que a graduação em serviço social pode ser cursada em apenas um período do dia, ou seja, você terá aulas matutinas, vespertinas ou noturnas. Isso é bom! Te dá possibilidade de conciliar os estudos com uma atividade remunerada durante todo o curso.

Mesmo que você opte pelo curso de serviço social a distância, nessa modalidade a duração também é de 3.000 horas, ou seja, quatro anos de curso. Porém, neste caso você conseguirá estudar de onde quiser, em seu próprio tempo, conciliando inclusive a faculdade de serviço social ead com emprego, trabalhos domésticos, atividades físicas, tempo para lazer, entre outras atividades cotidianas.

Em um curso de serviço social a distância as aulas acontecem por meio de um ambiente virtual de aprendizagem (AVA) onde você tem acesso, via internet ou aplicativos, a conteúdos diversificados, como vídeos, apresentações, animações, textos, apostilas, etc. A ferramenta te dá possibilidade ainda de entrar em contato com professores e tutores, além de oferecer meios para que você interaja com outros colegas futuros assistentes sociais. E fique tranquilo, pois ao final da faculdade de serviço social ead seu diploma de nível superior será reconhecido no mercado de trabalho da mesma maneira de um curso presencial.

É bom ficar atento também as oportunidades de estágio na área, pois a partir do terceiro ano da formação acadêmica de assistente social, você precisará fazer um estágio obrigatório dentro da área do curso de serviço social a distância.

Depois de formado em uma faculdade de serviço social ead você será capaz de auxiliar as pessoas que de alguma forma não possuem acesso à cidadania, ajudando-os a resolver problemas ligados a educação, habitação, emprego, saúde, entre outros. Você ajudará no bem-estar físico, psicológico e social dos indivíduos em necessidade.

Quando você tiver seu diploma do curso de serviço social a distância poderá trabalhar em empresas privadas, órgãos públicos e organizações não governamentais (ONGs) fazendo a orientação, acompanhamento e desenvolvimento de programas de assistência voltados para diferentes públicos. Como exemplo, de indivíduos beneficiados com o trabalho de um assistente social podemos citar crianças em situação de risco, populações com poucos recursos financeiros ou afetadas por catástrofes naturais, idosos, refugiados, entre outros.

Existem muitas probabilidades de carreira para quem cursa uma faculdade de serviço social ead, os assistentes sociais diplomados podem atuar em escolas; faculdades; centros de saúde; sindicatos; entidades filantrópicas; creches; consultorias; centros de cuidado; entidades filantrópicas; ou até mesmo em órgãos públicos (ingressando através de concursos públicos ou cargos comissionados).

A erosão do trabalho no Brasil e no mundo – Como evitar a precarização?

Estamos vivendo  a erosão do trabalho contratado e regulamentado dominante no século XX, e observando sua substituição por diversas formas de “empreendedorismo”, “cooperativismo”, “trabalho voluntário”, etc., A exemplo das cooperativas, talvez, seja ainda mais esclarecedor. Em seus começos, nasceram como instrumentos de luta operária contra o desemprego, o fechamento de fábricas ou o despotismo do trabalho. Não obstante, hoje em dia, e contrariamente a essa legítima motivação original, os capitais criam falsas cooperativas como instrumento para continuar se debilitando as condições de remuneração da força de trabalho e aumentar os seus níveis de exploração, o que irrita ainda mais os direitos do trabalho.

As cooperativas “patronais” no Brasil estão se transformando em verdadeiros empreendimentos, com o objetivo de aprofundar a exploração da força de trabalho e a consequente precarizacão da classe trabalhadora. Um caso semelhante é o “empreendedorismo”, que se configura de forma crescente como uma forma oculta de trabalho assalariado e que permite a proliferação de diferentes formas de flexibilização salarial, de horário, funcional ou organizacional. Neste quadro, caracterizado por um processo tendente a precaridade laboral estrutural do trabalho, os capitais estão exigindo também o desmonte da legislação social que protege os trabalhadores.

É dizer, no movimento pendular do trabalho, enquanto se preservam os imperativos destrutivos do capital, oscilamos em forma crescente entre a perenidade de um trabalho cada vez mais reduzido, intensificou-se e explorado, se bem dotado de direitos, e uma superfluidade crescente, cada vez mais geradora de trabalho precarizado e informal, como via para o desemprego estrutural.

Terceirização em setores do comércio no Brasil – Como conseguir emprego?

Um setor que experimentou mudanças significativas foi o comércio em São Paulo e Rio de Janeiro, onde foram implementadas técnicas de gestão da força de trabalho em várias empresas, com o objetivo de “envolver” os trabalhadores no processo de reestruturação da produção e aumentar a produtividade do trabalho. Por conta das alterações, onde trabalhar no Rio de Janeiro ficou mais restrito exigindo do trabalhador ainda mais conhecimento na hora de enviar um currículo.

Como consequência deste processo, reduziram os postos de trabalho ao ritmo das oscilações do mercado, ao mesmo tempo que se levava a cabo uma reorganização através da implantação de células de produção e a introdução do chamado “trabalho polivalente” ou “multifuncional”.

Além de mudanças na organização produtiva, o setor do calçado, sofreu um intenso processo de terceirização, que se traduziu na ampliação do trabalho a domicílio e em pequenas unidades produtivas, o que contribuiu para o agravamento das condições de trabalho. Boa parte desse trabalho é realizada em locais precários e improvisados dentro e fora das casas, o que altera o espaço familiar e as suas condições de vida.

Nossa pesquisa também constatou, em relação à indústria do calçado de Franca, que se aprofundou a degradação dos direitos sociais do trabalho, como consequência de outsourcing e terceirização da produção. Alguns direitos adquiridos, como o descanso semanal remunerado, as férias, o subsídio ou a aposentadoria, tornaram-se facilmente vulneráveis. Além disso, cresceu o trabalho infantil, uma conseqüência direta da transferência da atividade produtiva do espaço fabril, no âmbito doméstico, onde o controle se torna mais difícil14.

Os exemplos acima mostram como o universo do trabalho tem resultado fortemente afetado como resultado dos mecanismos introduzidos pela liofilização das organizações. Se bem que as formas da reestruturação produtiva têm sido diferentes, uma característica praticamente constante, quando se observa a realidade cotidiana do trabalho, foi a tendência para um aumento dos mecanismos de desregulamentação e à própria precarizacão da força de trabalho.

No setor têxtil, o processo de reestruturação produtiva foi muito intenso ao longo dos anos 90, como consequência da política de abertura econômica e de liberalização comercial, que desorganiza fortemente as indústrias desse setor. Assim, diminuiu em mais de 50% o nível de emprego na primeira metade da década, além de registrar um alto nível de terceirização da força de trabalho.

Embora tenha existido na região estudada um crescimento no número de empresas ao longo da mesma década, esse aumento trouxe preparado o grande processo de reestruturação das grandes empresas e a transferência de amplos espaços produtivos ao universo das micro e pequenas empresas que proliferaram no setor.

O aumento da mecanização, as novas formas de organização da produção e a introdução generalizada da terceirização, provocaram elevados níveis de desemprego e subemprego no setor têxtil, apenas parcialmente compensado pelo crescimento das micro e pequenas empresas.

Na indústria de confecção, além dos baixos níveis de remuneração da força de trabalho, a terceirização tornou-se um elemento estratégica central implementados pelas empresas para reduzir custos e aumentar a produtividade. Mas também não devemos negligenciar o importante significado político dessa medida, que é maior quanto mais combativos são os sindicatos. O processo de terceirização ampliou o trabalho a domicílio, além das chamadas “cooperativas de trabalho”, responsáveis de formas acentuadas de terceirização e precaridade laboral da força de trabalho, em virtude da redução significativa das remunerações e o não respeito dos direitos trabalhistas.

Se bem preservando a marca na era do capitalismo dos sinais, as embalagens, a embalagem e o supérfluo, as empresas recorreram ainda mais a terceirização para reduzir os custos de produção, o que resultou em um enorme desemprego e o enfraquecimento da coesão e da solidariedade entre os trabalhadores.

Na década de 1990, a empresa Hering, por exemplo, com sede no estado de Santa Catarina, terceirizou mais de 50% de sua produção, o que ocasionou a demissão de cerca de 70% de sua força de trabalho, segundo dados oferecidos por nosso estudo. Um processo semelhante ocorreu em Levi Strauss do Brasil que, na mesma década, criou uma “cooperativa” que eliminou praticamente todos os seus postos de trabalho diretos. O mesmo processo de terceirização aconteceu de novo em 2020. 

Por que fazer um Implante Dental?

O implante dental é um dos procedimentos de odontologia estética mais buscados em clínica odontológica Curitiba. Mas, por que fazer um? Aqui, indicamos os principais motivos e benefícios desse tratamento. Confira!

implante dental

Melhora da autoestima

A perda total ou parcial dos dentes baixa a autoestima consideravelmente e faz com que a pessoa tenha vergonha de se relacionar com outras, além de provocar impactos negativos no trabalho, com dificuldade de conversar ou realizar apresentações.

Fazer o implante dental ajuda a retomar e aumentar a autoestima. O paciente passa a ter mais segurança em si e sua imagem, ganhando desenvoltura e confiança para interagir com outros.

 

Ganho estético

O implante dental oferece um ganho estético importante para o paciente, ajudando-lhe a conquistar o tão sonhado sorriso perfeito, de modo a contribuir positivamente com sua autoestima.

 

Resultado de excelência

Em comparação a próteses dentárias clássicas, o implante entrega um resultado de excelência, com dentes alinhados e estáveis, ou seja, sem chance de deslocamentos (como ocorre com dentaduras) ou de defeitos estéticos, fisiológicos e funcionais.

Além disso, o implante dental oferece maior sensação de conforto, sobretudo em comparação a próteses tradicionais, que muitas vezes são incômodas (algumas provocam machucados) e de difícil adaptação.

Outro ponto importante a ser considerado é que a mastigação feita com os dentes implantados é muito semelhante à dos dentes naturais, o que permite que o paciente se adapte melhor e mais rápido ao resultado final do procedimento.

 

Mastigação adequada

A ausência de dentes faz com que o paciente mastigue de maneira inadequada, sobrecarregando os músculos da região em que há dentes naturais, o que pode provocar a disfunção ATM (Articulação Temporomandibular), entre outros problemas.

O tratamento odontológico repõe os dentes e ajuda o paciente a realizar uma mastigação correta e eficiente, contribuindo para evitar complicações de saúde, inclusive as associadas à digestão.

Como melhorar as habilidades de escritas para as provas do Enem 2020

Todos os anos milhares de pessoas fazem o Exame Nacional do Ensino médio, para muitas a única forma de conseguir entrar em uma universidade, pois os resultados do Enem  também servem para o SISU e outros programas.

Por mais que muita se sinta insegura quanto ao assunto que cairá no dia do exame, outra parte sente a insegurança de passar sua resposta para o papel de forma clara e objetiva, principalmente quando é para transforma-la em texto.

A maioria das pessoas se recusa com a ideia de ficar em frente a uma sala cheia de estranhos e barrar sua alma para o mundo, mas juntar – se a uma oficina de escrita pode ser imensamente benéfico-e muito divertido (se você conseguir encontrar um bom).

Melhorar minhas habilidades de escrita oficina

Não precisas de ter um romance inacabado escondido na gaveta da secretária para te juntares a uma oficina. Hoje em dia, encontros de marketing de Conteúdo e grupos de desenvolvimento profissional estão se tornando extremamente populares. Junte-se a um dos muitos grupos de marketing de conteúdo no LinkedIn para conhecer escritores que pensam como você, ou procure oficinas de escrita perto de você em sites como Meetup. Escolhe um tópico, escreve alguma coisa, ouve o feedback do grupo, e depois revê-lo. Enxaguar, repetir.

Aprender mais sobre o tipo de escrita que gosta

A maioria das pessoas lê os mesmos blogs ou sites em uma base regular, porque o material apela para eles, mas menos pessoas entendem por que seus blogs favoritos são tão atraentes.

Encontre um punhado de posts recentes que você realmente gosta, em seguida, imprimi-los. Em seguida, assim como seu professor de Inglês do ensino médio fez, pegar uma caneta vermelha e destacar coisas que você gostou: certas frases, voltas de frase, até parágrafos inteiros. Examine por que você gosta destes elementos, e veja se existem alguns fios comuns em seu material de leitura favorito. Veja como os escritores tomam um assunto e a transição para outro.

Melhorar as minhas capacidades de escrita

Imediatamente, você está viciado pela abertura do Morris. Não podes deixar de ler para ver o que acontece a seguir. O ritmo é excelente, chama a tua atenção, e o melhor de tudo, mantém-te a ler. Esta peça foi publicada pela primeira vez em junho, e ainda me lembro dela. Leia o post completo aqui, e veja como Morris magistralmente conta a história de uma banda chamada Death e como isso se relaciona com o conteúdo de escrita.

Imite os escritores que você gosta

Antes de avançarmos, uma imitação não é o mesmo que plágio. Não roubes o trabalho de ninguém. Nunca.

Assim como você provavelmente tem uma lista de blogs que você lê muitas vezes, você provavelmente também vai ler os mesmos escritores em uma base regular. Identifique o que você gosta sobre o trabalho deles, e veja se você pode usá-lo para melhorar suas habilidades de escrita. Um escritor que gostas de usar humor para apimentar tópicos secos? Experimenta. Usam referências à cultura pop para tornar o seu trabalho divertido e útil? Tenta isso também.

Quando comecei a escrever, imitei alguns dos meus escritores e essaiistas preferidos, como Joan Didion, Truman Capote e Bill Bryson. Eu também tentei (e falhei) imitar escritores como Dave Eggers e Dan Kennedy, mas logo percebeu que eu não era engraçado o suficiente e desistiu. Ao longo do tempo, acabei por desenvolver o meu próprio estilo, mas ler as obras destes escritores e ver como eles construíram os seus ensaios e livros foi imensamente útil para mim como escritor (ver Dica #3).

Lembre-se que os contornos são seus amigos

O cursor piscando de uma página em branco é um inimigo considerável, mesmo para os escritores mais experientes. Antes de colocar caneta em papel proverbial, esboce um esboço do que você planeja escrever. Este será o teu plano de batalha, e vai ajudar-te a ganhar a guerra. Muito poucos – e quero dizer muito poucos-escritores se sentam para escrever qualquer coisa sem um plano sólido em mente.

Melhorar as minhas habilidades de escrita delineando com post

Um esboço não tem de ser complexo. Uma estrutura simples de que seções devem aparecer em uma ordem particular, juntamente com algumas frases sobre o que cada seção contém, pode ser suficiente. Se o tópico que você está abordando é um pouco mais complexo, seu esboço pode ter que ser, também – mas ter um esboço antes de escrever é como ter um roteiro no porta-luvas do seu carro antes de uma viagem de estrada. Se começar a sentir-se perdido, regresse ao seu esboço e volte a dar pontapés e a tomar nomes.

Cai número de indenizações no DPVAT – Saiba como pedir a sua em caso de acidentes

O número de indenizações pagas, no segmento de seguro obrigatório de acidentes de trânsito no Brasil, conhecido localmente como DPVAT, registou uma diminuição no 1S.

No total, eles pagaram 169.018 sinistros nos primeiros seis meses, 12% menos que em igual período de 2017, segundo dados da Seguradora Líder, consórcio dedicado ao segmento DPVAT, de acordo com informações do blog especializado Sonho Seguro.

Como funciona o Seguro DPVAT

No Brasil o seguro foi inicialmente concebido no Decreto-Lei 814 de 1969, com a noção objetiva da responsabilidade civil dos proprietários de veículos automotores por uma via terrestre.

Através De Decreto-Lei Não. 6.194 de 19 de dezembro de 1974, estabeleceu-se no Brasil o sistema de garantia obrigatória de todos os veículos que circulem nas vias do país por meio do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores Terrestres (DPVAT), cobre as indemnizações em caso de morte e invalidez permanente e reembolso de despesas médicas, até aos limites fixados e independente da culpa ou da responsabilidade do condutor.

Quando o sinistro constituição de um veículo não identificado, a indenização é assumida pelo DPVAT, em caso de que o veículo não tenha seguro ou apólice está vencida, o condutor ou proprietário respondem com o próprio patrimônio.

O valor determinado para as coberturas por morte e invalidez permanente, são treze mil e quinhentos reais, e a cobertura de despesas médicas (dois mil e setecentos reais, valores que foram alterados por Lei Não. 11.492 de 2007, já que, inicialmente, estabeleceu-se estimativas de acordo com o maior salário mínimo em vigor, de até quarenta vezes o valor de indenização por morte e invalidez permanente, e uma compensação de até oito salários mínimos para despesas de assistência médica e suplementares.

No sistema brasileiro, de igual forma, foram definidos os beneficiários de cada cobertura, sendo assim os beneficiários da indenização por morte aos herdeiros legais, o beneficiário de despesas médicas da vítima do acidente de trânsito, a mesma de que poderá ceder os seus direitos de cobrança a terceiros, seja uma pessoa natural ou jurídica; e na indemnização por incapacidade permanente, é a vítima ou, na sua ausência, representado por procurador. (dpvat.inf.br)

Como os beneficiários devem pedir a indenização

No que respeita aos beneficiários da indenização por morte, é necessário fazer referência ao Art.792 do Código Civil Brasileiro, promulgado através Da Lei Nº 10406, de 10.01.2002, o mesmo que traduzido para o português, indica:

“A falta da pessoa ou beneficiário, ou se por alguma razão não se faz prevalecer, a importância segurada será pago metade ao cônjuge não separado legalmente, e o restante aos herdeiros do segurado, obedecendo a ordem hereditária”,

Ou seja, neste artigo do Código Civil brasileiro, já se prevê para os beneficiários deste tipo de seguros, seguros em que não se estabelece um beneficiário contratual, e o que se faz é determinar claramente que será indenizado.

No articulado antes indicado, faz-se referência a algo muito interessante, o qual se define como o Parágrafo único, que diz:

“Na falta das pessoas mencionadas neste artigo, os beneficiários serão aqueles que possam demonstrar que a morte do segurado lhes privou dos meios de subsistência”,

Tal trecho demonstra a finalidade social deste tipo de seguro, o qual não só se concentra na assistência médica de urgência às vítimas de acidentes de trânsito, mas que assume o ressarcimento, que possa causar a morte de uma pessoa em um acidente de trânsito no seu ambiente sócio-econômico, tanto é assim, que a falta de um beneficiário legal, que se sinta afetado economicamente pela morte de uma pessoa em consequência de um sinistro de trânsito, por quanto esta pessoa era quem lhe fornecia para a sua subsistência, pode reclamar a indenização correspondente.

Exceções do DPVAT

O DPVAT estabelece exceções ao seguro, as quais são: “danos pessoais resultantes de radiações ionizantes ou contaminação por radioatividade de qualquer combustível nuclear ou de qualquer combustão residual de matéria nuclear; as multas e as seguranças impostas ao condutor ou proprietário do veículo e as despesas de qualquer natureza decorrentes de ações ou processos criminais;

Aumento de demanda educacional no Brasil faz crescer empresas lucrativas

O ensino superior no Brasil está cada vez mais nas mãos de empreendedores voltados para o lucro.

Embora os colégios sem fins lucrativos tenham enfrentado escrutínio nos Estados Unidos, a indústria está encontrando uma recepção calorosa aqui como o governo tenta atender a demanda para o ensino superior acessível.

De 2002 a 2012, o número de estudantes que frequentam a faculdade no Brasil dobrou para sete milhões. Ainda assim, com apenas 17% dos brasileiros com idades entre 18 e 24 anos na faculdade, há uma lacuna que precisa ser atendida. O governo se comprometeu a aumentar essa porcentagem para 33 por cento até 2020.

Para servir esse mercado lucrativo e crescente, fundos privados de corporações e bancos de investimento americanos e brasileiros estão comprando e fundindo instituições educacionais em um ritmo rápido.

Especialistas em Educação advertem que a ênfase no aspecto empresarial da educação nem sempre coloca os alunos em primeiro lugar. Apesar de tais preocupações, o sistema lucrativo provou apelar para um governo com recursos limitados.

O governo não teve escolha a não ser trabalhar com o setor privado. Ele não pode atender a demanda por si só.As universidades públicas do Brasil ainda são consideradas as melhores do país por seu prestígio e qualidade de pesquisa. E as propinas são grátis em universidades públicas.

Oito dos nove colégios laureados que o Ministério da Educação do Brasil mediu de 2009 a 2012 melhoraram seus rankings em testes nacionais padronizados após laureado comprá-los.

Mas Nelson Cardoso Amaral, professor de educação na Universidade Federal de Goiás, no centro-oeste do Brasil, advertiu que as medidas de teste podem não contar toda a história. O Sr. Amaral disse que as grandes cadeias de lucro tinham apenas provado que sabiam “ensinar aos testes”, não que estavam necessariamente a educar bem os seus alunos.

Dificuldades para financiamento estudantil leva universitários a abandonar estudos

A forte depressão econômica do Brasil obriga os jovens a trocar os seus estudos para o campo de trabalho para poder cobrir as suas despesas diárias de alimentação e subsistência.

De acordo com um estudo realizado no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), cerca de 170.000 estudantes universitários brasileiros têm abandonado a educação superior, devido aos altos índices de inflação e a crise que domina o país carioca.

Para além do Rio de Janeiro quem vai fazer a inscrição no fies2019.info também precisa ficar atento às mudanças do programa, uma vez que foi anunciado cortes de verba para o programa pelo Governo Jair Bolsonaro ainda no início do ano. Sendo assim, conquistar o financiamento pode ficar mais difícil para aqueles que ainda estão pensando em contratá-lo.

Abandono universitário

Estudantes interrompem estudos porque não dão conta de financiar os cursos

É preciso lembrar que para além das cotas de financiamento de juros e as parcelas de economias que precisam ser feitas para depois conseguir quitar a dívida, também é preciso incluir no orçamento os gastos com o transporte, alimentação, xerox e material didático – o qual dependendo do curso pode ser bem salgado. A exemplo estão os cursos de arquitetura e urbanismo, design, medicina e medicina veterinária.

A pesquisa realizada mostra que os estudantes que se vêem obrigados a interromper a preparação para o ensino superior estão em uma faixa etária de 19 a 25 anos.

A média do aumento do estoque de estudantes que tiveram que abandonar seus cursos de graduação era de cerca de 5 por cento ao ano entre 2013 e 2016, evasão que aumentou 47,8 por cento em 2017, acompanhando o movimento de fechamento dos postos de trabalho e a redução da oferta de financiamento estudantil, informa o estudo do IBGE.

Entre os detonadores e motivos do abandono da educação universitária se delimitam os aumentos inscrição, matrícula e encargos acadêmicos, juntamente com os altos custos de vida e as dificuldades para a obtenção de um emprego com uma remuneração salarial digna e de acordo com a realidade que enfrenta o Brasil.

Segundo especialistas, isso também tem a ver com o aumento da oferta de ensino superior e com o maior acesso às universidades nos anos anteriores à crise. A evasão é naturalmente grande, mas em 2017 foi pior devido às restrições de emprego e de renda.

IBGE aponta também que uma razão que se junta o aumento deste índice de evasão acadêmica é a diminuição percentual dos financiamentos oferecidos pelo Financiamento Estudantil (FIES), que reduziu em 2017 e o que vai de ano, os seus patrocínios de 732.700 bolsas de estudo a 98.900.