O copagamento dos seguros de saúde: qualidade, investindo apenas o necessário

O co-pagamento é uma pequena quantidade de dinheiro que se introduz em algumas políticas de saúde a cada vez que você usa um serviço médico privado e que se soma à prima, que é pago pela apólice, cujo custo básico será menor do que uma apólice sem co-pagamento. Desta forma, você pode desfrutar dos serviços privados, por um custo mais econômico.
Quem se inclinem por um seguro de saúde com comparticipação paga o prémio anual, mas, além disso, pagam um pouco mais a cada vez que vão ao médico. Desta forma, a política de saúde é a mais econômica e só se paga uma soma superior quando é preciso. No entanto, cabe apontar que o co-pagamento é gerado sobre os diferentes serviços ou atos de uma visita, não só pela visita em si. Ou seja, pode ser que recorramos ao especialista e este nos submetida a dois testes diferentes (raio x e analítica, por exemplo). Em tal caso, este serviço pode ser computado até quatro serviços: a prestação do especialista, a realização das duas provas e a visita para posterior para relatar os resultados.
O montante a pagar varia para cada tipo de acto médico, tipo de visita, o que se clique nelas, a apólice contratada e também da empresa com quem se contrata o seguro, assim, as vantagens e desvantagens são muito variáveis.
Além disso, devemos ter em conta que existem apólices em que o valor do co-pagamento é fixo (sempre paga o mesmo pelo mesmo tipo de serviço) e outras em que é progressivo. Neste caso, o co-pagamento começa por ser de um valor mais baixo e aumenta em caso de que haja uma alta frequência do paciente.
Vantagens e desvantagens dos seguros, com co-pagamento
Dito isto, as vantagens dos seguros, com co-pagamento é que o valor do bônus é mais baixo do que se achar o seguro sem ele, tendo (em princípio, de acordo com a apólice) direito aos mesmos serviços. Além disso, ao visitar a especialistas e ao realizar as provas relevantes para o paciente paga muito menos do que pagaria se não tivesse um seguro contratado.
Em suma, podemos concluir que o seguro com co-pagamento é o mais recomendável para aquelas pessoas que querem ter um seguro de saúde a um preço acessível, porque não vão ao médico com muita assiduidade.
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Cárie, recheios desgastados ou gengivite: causas frequentes de sensibilidade dental

De acordo com os especialistas, costuma aparecer entre os 18 e os 40 anos de idade, embora nos últimos anos tenha aumentado em pacientes jovens, devido ao excesso de consumo de bebidas acidogénicas e o uso indiscriminado de produtos de clareamento dental sem orientação odontológica.
A sensibilidade dentária é causada quando a dentina, que geralmente está protegida por gengiva, cemento radicular e o esmalte do dente, fica exposta a estímulos externos, permitindo que o calor, o frio ou os ácidos de algumas bebidas e alimentos se refletem nos nervos e células do dente, causando dor intensa, localizada e de curta duração.
Apesar de, geralmente, estar relacionado com os hábitos diários de higiene oral dos pacientes -uma escovação inadequada em força e/ou a freqüência, o uso de creme dental muito abrasivo, o excesso de bebidas carbonatadas ou ácidas, ou utilizar uma força excessiva na mastigação-, por trás de sensibilidade dental pode esconder outros problemas dentários mais graves, como são:
Cárie: quando uma cárie passa o esmalte e chega até a dentina ocasiona uma grande sensibilidade diante de produtos frios, quentes ou ácidos.
Selos usados: quando um dente, que teve cárie é cole, disse empaste pode ser desgastado por uma escovagem agressivo ou pela erosão causada por produtos pouco ácidos ou o ato de ranger e apertar os dentes (bruxismo). Nesses casos, a dentina volta a ser exposta, causando a sensação de dentes sensíveis.
Doenças das gengivas: o tecido gengival se inflama e enfraquece devido à gengivite ou periodontite, é possível que se possa sentir sensibilidade dentária.
Gengivas esteiras totalmente retraída: no caso de pacientes com doença de esteiras totalmente retraída (doenças periodontais, um mal escovado, tabaco ou outras causas), a dentina fica exposta às agressões externas e, portanto, é especialmente sensível a elas.
Esmalte dental desgastado: ter maus hábitos (como morder as unhas, morder canetas,…), além de uma escovagem agressivo, com uma massa muito abrasiva, pode provocar o desgaste do esmalte, o que deixa a dentina sem proteção.
Bruxismo: quando um paciente com bruxismo ou com muita força de mastigação provoca um desgaste dental, pode ocorrer uma exposição dentinaria.
Como prevenir a sensibilidade dental?
A higiene bucal é a chave. O escovação adequada e a limpeza com fio dental são dois elementos que ajudam a prevenir infecções nas gengivas que podem causar sensibilidade dentária.

Os centros de dia: o que são e o que oferecem

Este tipo de centro é voltado para os idosos que ainda não precisam de uma assistência contínua. Às vezes, porém, usam-se os centros de dia como passo prévio ou aclimatação da residência.
Vantagens dos centros de dia
Outras vantagens dos centros de dia é que os usuários não estão totalmente desconectados de seu ambiente, ou ambiente de referência, porque não estão em situações de total dependência. Paralelamente, no entanto, os usuários estão recebendo uma assistência que melhora a sua qualidade de vida, retardando os sintomas próprios da idade.
Um centro de dia, não é apenas um local de lazer para manter divertido ao residente, mas que também lhe oferecerá ao usuário tratamentos e assistência para suas doenças, tanto físicas, psicocognitivas como sociais.
Serviços
Um centro de dia, e oferece serviços de apoio diversos, a cargo de uma equipe de médicos, enfermeiros, auxiliares de geriatria, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e psicólogos, se bem que podem existir outros profissionais em função dos recursos humanos com que conta o centro ou as necessidades específicas do residente.
O atendimento do dia é integral e personalizado em todas as suas vertentes, e possibilita que os usuários possam continuar a viver em sua casa, sem esquecer o acompanhamento dos problemas médicos ou sociais que têm lugar fora do centro.
Em função do centro escolhido, ofertam oficinas de artesanato, palestras sobre temas de interesse, cursos de cozinha, fisioterapia ou reabilitação e terapias dirigidas à melhoria de sua motricidade ou agilidade mental. Também existem centros especializados no tratamento de doenças degenerativas, como o mal de alzheimer. Além disso, a maioria dos centros dispõem de serviço de sala de jantar ou café, já que os usuários podem passam no centro de grande parte da jornada.
Tipos de centros de dia
De acordo com a sua titularidade jurídica, encontramos três tipos de centros de dia:
Públicos: dependem da Administração pública e são gratuitos.
Privados, com lugares marcados: a titularidade corresponde a uma entidade não lucrativa ou a uma entidade comercial, mas que tem uma parte ou a totalidade de seus lugares concertadas com a Administração.
Privados: sem lugares marcados.
De acordo com a quem vá dirigido, os centros de dia podem ser divididos em:
Válidos: centros de caráter privado, pois vão dirigidos a pessoas que são capazes de cuidar de si mesmas, mas que recorrem a esses centros para a realização de atividades e reunir-se com outras pessoas.
Assistidos: oferecem serviços para as pessoas que precisam de ajuda ou não podem realizar suas atividades cotidianas.
Mistos: aceitam e atendem a pessoas dos dois grupos acima enumerados.

Desorientação em idosos: como tratar o delirium pontual

Uma confusão aguda ou delirium é uma situação pontual que pode resultar em nossos maiores, posteriormente, uma queda, uma queda de potássio ou uma simples infecção de urina. Todas elas são causas que desestabilizam a saúde dos idosos e afetam seu cérebro. Além da desorientação, o delirium pode provocar alucinações e alterações do sono, junto a comportamentos bruscos ou agressivos em algumas ocasiões.
A febre ou a dor são outros fatores que podem provocar a desorientação dos maiores, porque estas doenças afetam as áreas cerebrais encarregadas de situar-se no espaço e no tempo.
Em resumo, os traços essenciais do delirium consiste em uma alteração da consciência, que se manifesta por diminuição da capacidade de atenção, que se desenvolve em curto período de tempo (horas ou dias) e tem um curso flutuante. Além disso, existe um comprometimento global das funções cognitivas, agitação e uma inversão do ritmo sono – vigília.
São fatores de risco: pessoas com mais de 60 anos de idade, hospitalização, a proporção de jovens orgânica, dano cerebral prévio (demência, acidente cardiovascular, tumor) e história prévia de delirium.
As pessoas jovens também podem sofrer algum episódio de delirium por causa de alguma doença, no entanto não é um episódio tão freqüente porque têm uma saúde mais forte.
Como resolver o problema
Muitos familiares e amigos, quando enfrentam um desses episódios em seus maiores, acreditam, erroneamente, que perderam a cabeça ou que jamais serão recuperadas de seu estado.
No entanto, em função de como abordarmos o problema, não necessariamente devemos chegar a um diagnóstico tão negativo. Em alguns casos, se está diante do início de alguma loucura: a loucura e o delírio são os dois transtornos mentais mais comuns na população idosa. Até 50% das demências têm um delirium associado.
No entanto, em outros casos pode-se obter uma recuperação total do paciente.
Em Frente a um desses episódios, pois, o mais indicado é ir com urgência ao médico. O médico da equipe deve realizar, então, um acompanhamento ao paciente, bem como evitar o risco de desidratação, que pode alterar todos os eletrólitos do organismo.
O neurologista Anjo Berbel, coordenador da Unidade de Neurogeriatría do madrid, no Hospital da Cruz Vermelha e coordenador do Grupo de Neurogeriatría de Sociedade Espanhola de Neurologia, também ressaltou algumas ações importantes que devem ser tomadas no ambiente familiar do paciente, quando se deu a alta hospitalar:
O papel da família é fundamental: eles têm que criar um ambiente adequado que proporcione tranqüilidade ao doente, estimularle suavemente, convém explicar, dar-lhe conversa e orientá-lo. O ambiente deve ser relaxante, mas não com um silêncio sepulcral, nem uma escuridão total que lhes extravasar a imaginação e lhes propicie as alucinações.
Os ansiolíticos e medicamentos para dormir são por vezes contraproducentes, já que podem agravar a confusão. A pessoa idosa também deve saber o dia em que ele vive, controlando o calendário, tendo sempre um relógio à vista.
Um ambiente tranquilo, com poucos estímulos luminosos e sonoros é o ideal. Na medida do possível, para não interromper o sono noturno com medicamentos ou cenas de sinais vitais. Massagem, música e algumas técnicas de relaxamento podem favorecer o estado do paciente.
Também é recomendável que você saia para a rua e que se relacione com outras pessoas.
Finalmente, há que dirigir-se à pessoa idosa, com palavras simples e frases curtas e claras, evitando saturá-la com muita informação de cada vez. Entre essa informação clara que lhe forneceremos, é importante mantê-lo tranquilo sobre o próprio caso de delirium e sublinhar que se trata de um evento reversível e não o resultado de uma doença mental.
Para não agravar a angústia e confusão de pessoa maior, não é conveniente que mudar de casa ou de estadia com freqüência, ou que seja atendido a cada semana por um familiar, ou seja, neste estado, é importante manter padrões de familiaridade. No caso de não se poder adequar essas condições básicas, uma boa opção podem ser as residências ou os centros de dia.

MoleScope, tecnologia para detectar melanoma

Dentro dos diferentes tipos de câncer de pele, o melanoma é o mais mortal. Detectar o câncer de pele, e em especial o melanoma, tempo é fundamental para a sobrevivência do paciente. Muitas vezes não se dá importância aos bolinhas que temos e quando vamos aos profissionais pode ser tarde. Por este motivo a empresa norte-americana MetaOptima desenvolveu uma aplicação que, juntamente com uma lente de câmera, permite ajudar no diagnóstico de melanoma.
Esta aplicação é chamado de MoleScope e permite monitorar de forma simples, espinhas, verrugas ou qualquer lesão da pele. O mais interessante que apresenta esta aplicação com respeito a outras anteriores, que oferecem um serviço semelhante é a incorporação de um pequeno microscópio especial para smartphones. O que permite este objetivo é tirar fotos de alta qualidade para os pintas ou verrugas que nos preocupam.
Uma vez que temos as fotos o aplicativo se conecta com um profissional, de forma que possam ser enviadas as fotografias ao dermatologista especialista para que ele avalie o lunar. Isto é, este aplicativo é uma ferramenta de consulta que permite a comunicação com o especialista, sendo ele quem fizer o diagnóstico, não a ferramenta ou o usuário.
Outra vantagem que traz esta nova app é a rapidez. Como já mencionado, a detecção precoce de melanoma é de vital importância, e este é um dos principais motivos da criação de MoleScope, favorecendo a comunicação direta entre o paciente e o médico especialista.
Deste modo, o aplicativo está disponível tanto para pacientes quanto para médicos, sendo esta gratuita em ambos os casos. No entanto, o hardware, que incorpora a micro, há que pagá-la, para poder fazer as fotos em questão.
Uma vez dentro da app, esta permite criar um histórico médico básico e avaliar os pintas ou verrugas, segundo a sua forma, cor, tamanho e suas bordas. Você pode adicionar um diagnóstico e pedir, entre outras coisas, uma biópsia ou um acompanhamento do mesmo.
Atualmente, o aplicativo está disponível apenas em inglês, embora a micro pode ser adquirida a partir de Portugal.

Apenas dois de cada dez famílias de doentes de alzheimer têm de acessos e áreas adaptadas

No entanto, apenas dois de cada dez famílias de pessoas com doença de alzheimer têm de acessos e áreas comuns totalmente adaptadas às necessidades que impõe esta doença. Três de cada dez prestadores de cuidados de saúde afirma que esses espaços comuns não são adaptados ou por motivos económicos (20,45%) ou por falta de conhecimento (8,71%). Estas são algumas das conclusões do Estudo Sanitas “Barreiras físicas e a doença de alzheimer”.
Estes dados ganham uma dimensão importante quando se considera que oito de cada dez pessoas com a doença de alzheimer vive em domicílios particulares, especialmente nas fases iniciais da doença. De acordo com dados deste estudo de Sanitas, menos de 20% destes lares estão completamente adaptados. Quatro de cada dez está preparado apenas em parte, para o dia-a-dia, enquanto que 23% dos prestadores de cuidados de saúde gostariam de adequar sua casa, mas não dispõe de recursos financeiros suficientes.
É fundamental que as pessoas que sofrem de doença de alzheimer que são cuidadas em suas casas vivem em ambientes o mais adequadas possíveis. Trata-Se de certas orientações que tornam mais fácil o seu cuidado, mas que também melhoram a sua sintomatologia.
As principais barreiras em áreas comuns das casas são as escadas, os acessos (em 42% dos casos) e os corredores muito estreitos para a passagem de uma cadeira de rodas (33,3%). Dentro dos próprios domicílios, as principais barreiras que encontram os prestadores de cuidados de saúde são a ausência de cama adaptada (para o 56,48%) e de um guindaste para mobilizar o doente (42,13%). Além disso, a existência de uma banheira em vez de chuveiro é outra das problemáticas com que convivem as pessoas que cuidam de uma pessoa que vive com a doença de alzheimer.
Um ambiente mal adaptado para as pessoas com doença de alzheimer pode prejudicar o desenvolvimento de sua doença
Um terço dos cuidadores de doentes de alzheimer encontra-se uma barreira ao menos uma vez por dia, e 43% o faz cada vez que sai de casa. Esta realidade faz com que a sua percepção seja que não existe consciência social do problema, oito de cada dez diz que não detectam compromisso para transformar nossas cidades em ambientes amigáveis com a demência.
Esta falta de adaptação tem consequências sobre os próprios doentes. A mais comum é a sensação de tristeza que estas produzem. Além disso, essas barreiras provocam uma piora do humor da pessoa afetada. Na terceira posição, as consequências destas barreiras impedem os doentes de alzheimer aceder a certos lugares. Além disso, apenas um terço desses prestadores de cuidados de saúde afirma ter a informação necessária para adaptar sua casa para as necessidades do doente.
Os doentes de alzheimer são muito sensíveis aos seus ambientes. Uma má adaptação dos espaços em que desenvolvem o seu dia-a-dia pode ter consequências na sua doença, como a tristeza, desconforto ou explosões de raiva.
Quatro de cada dez cuidadores afirmam que as ajudas públicas são insuficientes
De acordo com o relatório “O cuidador em Portugal. Contexto atual e perspectivas de futuro e propostas de intervenção”, elaborado pela Confederação Espanhola de Alzheimer (CEAFA) e Fundação Sanitas, o cuidado da pessoa com a doença de alzheimer representa uma média de mais de 31.000 euros por ano, a um custo elevado se comparado com indicadores como o salário médio em nosso país, que se situa em 24.000 euros anuais, ou a pensão média, os 1.011 euros mensais.
Estes elevados custos do cuidado são a segunda maior barreira econômica mais destacada por 42,8% dos prestadores de cuidados de saúde. O obstáculo mais importante para quatro de cada dez prestadores de cuidados de saúde é a falta de ajuda por parte das administrações. De acordo com dados do Estudo Sanitas “Barreiras físicas e a doença de alzheimer”, um em cada quatro lares em que vivem doentes de alzheimer não é acessível por temas econômicos.

Conheça os sinais de depressão em crianças e adolescentes

O humor e o comportamento das crianças pode variar muito, no melhor dos casos, o que apresenta aos pais, diante de um turbilhão de emoções. Crescer é difícil para os menores. Se os períodos de negatividade acontecem com maior freqüência do que os comportamentos positivos, e tem dificuldades de que seu filho ou a sua filha, sair desse círculo vicioso, então você pode estar sofrendo desta doença que provoca o menor experimentar um conjunto de emoções diferentes das habituais.
Quando essas situações de baixo estado anímico acontecem durante um tempo prolongado, pode dizer que essa pessoa sofre de depressão. Em vez de ser apenas um estado de humor negativo, a depressão é um estado de saúde sério que atinge a integridade mental, emocional e física da pessoa.
As estatísticas indicam que a depressão em crianças e adolescentes acontece em 3 a 4% da população abaixo dos 18 anos em Portugal e no resto do mundo. As crianças diagnosticadas com problemas de saúde mental podem continuar com os mesmos na fase adulta. Essa é a razão por que é importante compreender os sinais e os sintomas da depressão em adolescentes e crianças para uma intervenção rápida.
Sinais de depressão
Os sinais e os sintomas de depressão em crianças e adolescentes são geralmente semelhantes às dos adultos. No entanto, pode haver diferenças, muitas vezes na forma em que se apresentam. Por exemplo, entre os sinais de que seu filho pode estar sofrendo de uma depressão incluem:
Sentimentos de baixo humor e tristeza, presentes na maioria dos dias
Mudanças nos hábitos do sono – insônia ou excesso de sono
Falta de energia ou incapacidade para relaxar
Irritabilidade
Mudanças na alimentação – falta de apetite ou comer em excesso. Isso pode refletir em um aumento ou perda de peso pouco frequentes
Queixas de dores de estômago, de cabeça, e outros problemas físicos
Perda de rendimento (por exemplo, no colégio ou instituto)
Mau comportamento
A depressão em crianças
As crianças geralmente processam o que está acontecendo em seu mundo a um nível concreto “o que você vê é o que você obtém” se diz em inglês. Por isso, vêem muitas vezes as coisas em preto e branco, e um assunto como a depressão, pode criar muita confusão, dor e incerteza. Estes menores ainda estão aprendendo sobre suas emoções e como geri-los, e pode ser difícil para eles para refletir sobre os sentimentos causados pela doença, particularmente para saber de onde vêm os sintomas e por que.
A depressão em adolescentes
O cérebro dos adolescentes geralmente processar a informação de uma forma mais abstrata que uma criança, por isso que o adolescente deprimido pode entender o que é a depressão e como se apresenta, de uma forma mais detalhada. Mas ainda pode ser complexo para eles gerir a doença, especialmente se eles estão em uma fase de sua vida em que experimentam rápidas mudanças a nível físico, hormonal, social e emocional.
Onde obter ajuda para a depressão
A depressão em adolescentes e crianças não é algo que possam gerir os pais por si mesmos. Se você suspeita que seu filho ou filha pode estar sofrendo de uma depressão, então você deve solicitar uma consulta com o seu médico, para que possam enviar-lhe um especialista capaz de tratar suas mudanças de humor. Algumas sessões com um psicólogo podem ser benéficas tanto para você como para seu filho, para aprender a gerir a depressão e trabalhar juntos em família.
O que mais posso fazer?
Refletir e simpatizar com eles, é um bom início. É importante manter aberta a comunicação, já que é comum em crianças e em adolescentes que sofrem desta doença que se aíslen e deixem de falar.
É vital o uso de habilidades para lidar com o problema e normalizar os sentimentos difíceis de tratar. Pensa em levar para um passeio, para que possam respirar ar fresco, que participem em eventos familiares e manter uma rotina constante de tudo o possível, porque pode ajudá-los a gerir um período de depressão.
Existem apps móveis relacionadas com a atenção plena e o relaxamento que permitem que tanto o seu filho como tu possa desenvolver habilidades que os permitam abordar a situação com novas técnicas. Headspace e Smiling Mind são exemplos de aplicações de atenção plena disponíveis ao público em geral. Há também algumas páginas da web como Youth BeyondBlue, que foram desenvolvidos especificamente para dar suporte a crianças e adolescentes que eventualmente possam ter dificuldades com esta doença.
Lidar com a depressão em crianças e adolescentes pode ser complicado para os pais, mas lembre-se que você não está sozinho.

A importância de dormir completamente às escuras

Cada vez mais pessoas são as que, para conciliar o sono, ficam a televisão e adormecem com ela até o dia seguinte. Um costume que os últimos científicos recomendadas para prevenir uma série de doenças e distúrbios relacionados ao sono. E é que, embora a única iluminação do quarto onde dormimos seja a mudança do brilho do ecrã, esta é suficiente para afetar negativamente a nossa saúde.

Dormir rodeados de fontes de iluminação está se tornando algo quase universal, com a proliferação do seu smartphone, tablet ou mesmo do computador portátil. Agora, a maioria de nós se dorme vendo algum vídeo em uma tela que, às vezes, se mistura com os nossos lençóis. Ou respondemos algum Whatsapp. Ou, simplesmente, por essa razão, Twitter antes de dormir (ou até mesmo se nós acordamos no meio da noite).
Uma pesquisa da Fundação Nacional do Sono aponta que quatro em cada dez americanos levam seus telefones móveis para a sala, quando vão dormir. Entre os adolescentes de 13 a 18 anos, o percentual sobe para 72 %. 61% dos americanos também usa seu computador ou laptop pelo menos, cinco noites por semana na hora em que vão dormir.
Estas perturbações de iluminação, até mesmo as quase insignificantes que produzem os pilotos que indicam o stand by ou o nível de carga de vários dispositivos, também têm um efeito considerável não só na qualidade do nosso sono, mas no desenvolvimento de doenças futuras, como diabetes, obesidade ou depressão.
O delicado ritmo circadiano
Nosso descanso, e a consequente desativação e posterior ativação de nosso organismo, está sincronizado com a luz ambiente, ou seja, com a luz do Sol. No entanto, devido à invenção da luz elétrica, é cada vez mais difícil dormir completamente às escuras. O que parece confundir nossa sincronização com a luz ambiente, alterando a secreção de melatonina (hormônio indutor do sono) e fazendo diminuir o nosso sono REM (o período em que sonhamos, que é o momento em que o cérebro se reorganiza).
Até mesmo uma atividade tão cotidiana como ler um livro para conciliar o sono agora é mais prejudicial para o nosso sonho, porque cada vez lemos menos livros em formato tradicional e os substituímos por ebooks em contraluz.
E, embora menos todas as luzes para dormir, também é nocivo que os nossos olhos tenham estado expostos a uma luz tão perto do rosto. Porque a concentração de melatonina também se altera devido a um fotopigmento de algumas células da retina, a melanopsina, que é particularmente sensível à luz violeta e azul, o tipo de luz que emitem as telas de nossos dispositivos.
Um estudo a este respeito, realizado pelo Instituto Politécnico Rensselaer, sugeria que a melatonina reduz em 23% com duas horas de exposição para dispositivos tecnológicos que emitem luz. A pesquisadora principal do estudo, Mariana Figueiro, que recomendou aos fabricantes a criação de dispositivos mais “amigáveis” com o nosso relógio circadiano.
Além disso, muitos de nós se sentem perturbados pelas vibrações do smartphone cada vez que recebe uma mensagem ou um e-mail. O que, em muitos casos, mesmo se traduz em ligar o dispositivo e responder. De acordo com a Pesquisa Nacional do Sono, 10% se levantar algumas vezes durante a noite, pelo telefone, e no caso dos adolescentes, o percentual aumenta para 18 %.
Outros efeitos colaterais: depressão e obesidade
Não dormir em completa escuridão até pode estar associada a episódios de obesidade e depressão.
De acordo com um estudo da Universidade Estadual de Ohio, apresentado no encontro anual da Sociedade Americana de Neurociências de San Diego, a luz da televisão enquanto dormimos pode deprimir o nosso estado de ânimo.
O investigador principal Rand Nelson e seus colegas usaram 16 hamsters, dos quais a metade dormiu em absoluta escuridão, enquanto os outros eram expostos a cada noite, a um nível de luz de 5 lux, o equivalente ao que produz o brilho de um televisor ligado. Os que dormiram com luz, observou-se que a área do hipocampo, apresentava uma menor densidade de vilosidades (espinhas dendríticas) em neurônios, o que reduzia a comunicação entre as células.
Um estudo realizado por Cathy Wyse, da Universidade de Aberdeen (Reino Unido), e publicado na revista BioEssays, também sugere que a luz elétrica que cada vez mais onipresente nas cidades, poderia ser um dos fatores desencadeantes da epidemia de obesidade e diabetes: a desincronía circadiana alteraría os sistemas do cérebro que regulam o metabolismo. Outro estudo publicado na revista Nature, também observava quão graves para a nossa saúde circadiana tem sido o desenvolvimento da luz elétrica.
Nem todo mundo é tão sensível à luz durante a noite, mas todos nós parecemos ser, em algum grau. Assim, convém tomar algumas medidas essenciais antes de irmos dormir, como evitar o uso de computadores, tablets e smartphones, ler ebooks em dispositivos sem retroiluminação e, finalmente, deixar completamente às escuras o quarto onde vamos passar as próximas horas de sono.
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Qual é a diferença entre ansiedade e depressão?

Certeza que você já ouviu os dois termos muitas vezes, possivelmente utilizados. Mas, o fato de que você conhece bem? Você sabe a diferença entre depressão e ansiedade?
Com um índice de incidência de uma em cada quatro pessoas no mundo, as doenças mentais estão na ordem do dia. Vamos ver algumas muito comuns e suas diferenças.
O que significam os termos depressão e ansiedade?
Uma diferença fundamental entre as duas definições é que a primeira se refere a uma única condição mental, enquanto que a segunda faz referência a um grupo de condições mentais.
Por um lado, a depressão é essencialmente uma doença, mas pode apresentar muitos sintomas diferentes (ver abaixo), e as pessoas afetadas possam sufrirla de diferentes formas.
Por outro lado, a ansiedade é um guarda-chuva que inclui um conjunto de condições mais específicas. Delas, a mais prevalente é o transtorno de ansiedade generalizada (TAG), que afeta mais de 7% da população, segundo dados da Sociedade Espanhola para o Estudo da Ansiedade e o Estresse.
Mas a ansiedade também cobre outras condições menos comuns que você pode ter ouvido alguma vez. Entre elas se incluem fobias, transtorno de pânico e de adaptação, e a reação de estresse.
Neste artigo, vamos nos concentrar no TAG, já que existe uma ampla gama de condições que podem fazer parte do guarda-chuva do termo de ansiedade.
Como é que se fazem sentir a depressão e ansiedade?
O TAG e a depressão são semelhantes em seus principais sintomas estão relacionados com o estado de ânimo e sentimentos do paciente, mas também têm sintomas físicos.
Estado de ânimo e sentimentos
A depressão caracteriza-se pelo baixo estado de espírito, e por uma perda do interesse ou do usufruto de actividades, durante um período de duas semanas ou mais. Estes são os sintomas essenciais da depressão. Existem outros sintomas relacionados com o estado de ânimo que podem ser vividos por parte de uma pessoa com depressão, como:
sentimentos de culpa
sentimentos de desespero
sentimentos de inutilidade, baixa auto-estima ou confiança em si mesmo
pensamentos de morte ou suicídio
De forma semelhante, o TAG centra-se em dois sintomas essenciais: ansiedade excessiva e preocupações, a maior parte do tempo durante mais de seis meses, e dificuldade para controlar esses sentimentos. De novo, também podem manifestar-se outros sintomas, tais como:
sentir-se com os nervos de ponta ou não poder descansar
irritabilidade
Com o TAG, pode-se sentir muito preocupado com uma série de questões mundanas diariamente, sem dar-te conta de que exista uma causa lógica para explicar a sua ansiedade.
Sintomas físicos
Nos encontramos com alguns sintomas físicos que aparecem tanto na TAG como na depressão:
fadiga / cansaço
falta de concentração
estar inquieto ou incapacidade de permanecer sentado
dificuldades para conciliar o sono
Mas também existem alguns sintomas únicos em cada uma dessas condições. No caso da depressão, os sintomas físicos podem incluir:
alterações de peso, muitas vezes causados por alterações no apetite
lentidão de movimentos
Os efeitos físicos do TAG incluem:
tensão muscular e dores
dor de cabeça
transpiração
tonturas
problemas intestinais
batimentos cardíacos rápidos e falta de respiração
Ora, todos estes sintomas podem ser sinais de outros problemas de sua saúde física.
Você pode sofrer de ansiedade e depressão ao mesmo tempo?
É difícil de determinar, por ter tanto a depressão como o TAG algumas características distintas e outras semelhantes. Para complicar mais as coisas, é possível que alguém possa experimentar depressão e ansiedade ao mesmo tempo.
De fato, não só é possível, mas também é bastante comum. Metade das pessoas que sofrem de TAG também têm depressão. Quando as condições coexistem desta forma, podem ser mais severas e duradouras do que o habitual.
Também é possível ser diagnosticado com uma dessas condições, e que tenham os sintomas da outra (mas a um nível que a outra não seria diagnosticada). A forma em que os sintomas coincidem difícil ser preciso, com estatísticas, mas a estimativa do número de pessoas com depressão também experimentam sintomas de ansiedade pode chegar a 85% dos casos.
Muitos especialistas consideram o transtorno misto ansioso-depressivo como uma categoria à parte. Este é o caso em que uma pessoa pode ter sintomas de ambas as condições, mas sem que sejam suficientemente severas para que tenham um diagnóstico a forma de cada condição. De qualquer forma, esta combinação pode causar um sofrimento considerável e afetar a vida diária da pessoa.
Semelhanças entre os tratamentos para depressão e ansiedade
Os casos de depressão e de TAG são tratados de maneira similar. Em ambas as doenças, são oferecidas duas categorias principais de tratamento: terapias psicológicas e medicamentos.
As terapias psicológicas que envolvem a descrição dos pensamentos e sentimentos de um profissional qualificado. Um exemplo é a terapia comportamental-cognitiva, que visa identificar a forma em que os pensamentos, sentimentos e comportamentos interagem.
Os medicamentos chamados antidepressivos são usados para tratar ambas as condições e são eficazes para muitas pessoas. Os mais comuns são os chamados inibidores seletivos de recaptação de serotonina (SSRI), mas existem outros medicamentos que o médico pode recomendar.
Com freqüência, o tratamento pode incluir uma combinação de terapias psicológicas e de medicamentos. Esta abordagem pode ser personalizado para o indivíduo e para a sua situação específica. O médico pode também avaliar como gerir problemas de estilo de vida, como parte do tratamento, se considera que podem estar contribuindo para a depressão ou ansiedade.
O TAG e a depressão são duas condições diferentes. Mas são mencionados uma ao lado da outra, devido à sobreposição de sintomas, ao fato de que podem aparecer de cada vez, e abordagens semelhantes para seus tratamentos. Se você tem dificuldades para manter o ânimo, ou reconhece alguns destes sintomas, então é importante pedir ajuda. Não se preocupe por chamá-lo de ansiedade ou depressão. O que é relevante é entrar em contato com seu médico para que você possa conhecer mais sobre a situação e oferecer o apoio necessário.

Perder peso: a importância de ler os rótulos dos alimentos

O índice de massa corporal é um cálculo para determinar o grau de obesidade de uma pessoa, usando seu tamanho e a sua massa. A redução deste valor, pois, é essencial para manter uma vida saudável.
E, de acordo com um estudo levado a cabo por investigadores da Universidade de Santiago de Compostela, junto com as universidades de Tennessee, Arkansas, e o Instituto de Pesquisa de Economia Agrícola da Noruega, o simples fato de analisar a rotulagem dos alimentos que vamos consumir já é uma forma de reduzir nosso índice de massa corporal. Por isso, é muito importante saber como ler os rótulos dos alimentos.
O que dizem os dados
De acordo com a pesquisa, os indivíduos que leem os rótulos podem ter um IMC 1,49 pontos menor do que o daqueles que nunca tenham em conta esta informação, na hora de fazer a compra. Em um exemplo prático, isso representaria uma diminuição de 3,91 kg para uma mulher americana de 1,62 cm de altura e 74 kg de peso.
Para chegar a esta conclusão, os investigadores tiveram em conta 25.640 observações com indicadores de saúde, hábitos de consumo e de compra com base em dados retirados da pesquisa anual National Health Interview Survey (NHIS), recolha os Centro-Americanos para Controle e Prevenção de Doenças (CDC).
Conforme explica Maria Loureiro, autora principal do estudo publicado pela revista Agricultural Economics:
Sabemos que esta informação pode ser utilizada como um mecanismo de prevenção para a obesidade. Temos observado que lêem mais as etiquetas nutricionais das pessoas que vivem em um âmbito urbano, com educação média ou alta, como seria de esperar e, por isso, se poderiam desenhar campanhas ou políticas públicas que promovam o uso da rotulagem nutricional também em menus de restaurantes e outros estabelecimentos públicos, para beneficiar a população que come habitualmente fora de casa.
Diferenças entre pessoas
Os homens e as mulheres não atendem por igual aos rótulos com informação nutricional dos alimentos. 58% dos homens lê habitualmente ou sempre da informação apresentada nos rótulos nutricionais, enquanto que este percentual aumenta para 74% em mulheres.
Independentemente do sexo, que examinam mais esta informação de rotulagem são as pessoas que vivem em cidades e aqueles que têm estudos de ensino médio e universitário.
A população fumante examina muito menos esta informação. Segundo Loureiro, “o seu estilo de vida, contém certos hábitos pouco saudáveis e, consequentemente, nossos resultados indicam que pode ser que não se preocupem tanto do conteúdo nutricional do que comem”.
A prevenção da obesidade
Embora consultar o rótulo dos alimentos produza uma redução muito pequena no índice de massa corporal, qualquer preocupação extra que recaia neste sentido sempre será bem-vinda em um mundo onde o excesso de peso e a obesidade se tornou uma epidemia mundial. Em 2009-2010, mais de um terço da população adulta nos Estados Unidos era obesa e em crianças e adolescentes este percentual atingia 17%.
Por exemplo, quando fazemos a compra é importante ter em conta alguns conselhos:
Comprar sem ter fome.
Com a lista do que precisamos elaborada previamente.
Evitar pratos preparados ou cozidos.
O sobrepeso e a obesidade são um dos principais problemas médicos nos países do Primeiro Mundo, e podem produzir um grande número de doenças. Por isso, não só devemos cuidar o que comemos e a informação nutricional do que compramos, mas também manter uma série de hábitos saudáveis.
Os fundamentais são manter uma dieta rica e variada em que abunden as frutas e as verduras e evitar alimentos ricos em gorduras saturadas e pastelaria industrial. Uma boa alimentação também deve ser complementada com a prática de exercício regular, pelo menos meia hora, três dias por semana. Não só assim sofreremos menos doenças, mas também luciremos um aspecto mais saudável.