O que é gengivite: como curar a inflamação das gengivas

A gengivite é uma doença bucal geralmente bacteriana que causa inflamação e sangramento das gengivas, causada por restos de alimentos que ficam presos entre os dentes.
Sua origem tem que ver com os efeitos a longo prazo dos depósitos de placa sobre os dentes (o material pegajoso composto de bactérias, muco e os resíduos de alimentos que se acumula nos dentes). A placa e o tártaro acabam irritando e inflamando a gengiva, o que também faz com que estas se tornem mais sensíveis e ocorrer sangramento.
Com tudo, os sintomas específicos que nos informam de que sofremos gengivite devem ser diagnosticados por um profissional, mas podem ser resumidos em sangramento das gengivas, aparência vermelha brilhante nas gengivas, sensibilidade ao toque, úlceras bucais, inchaço e dor nas gengivas. Em fumantes, este signo está mascarado, ou seja, é muito menos provável que sangren as gengivas mesmo tendo gengivite já que o tabaco produz vasoconstrição.
Fatores que predispõem à gengivite
Existem uma série de fatores que favorecem o aparecimento da gengivite. Os principais são os seguintes:
Higiene dentária deficiente.
Alterações hormonais devido à puberdade.
Alterações hormonais devido à gravidez.
Diabetes não controlada.
Dentes mal alinhados.
Uso de certos medicamentos como a fenitoína, bismuto e algumas pílulas anticoncepcionais.
Prevenção
A boa higiene oral é a melhor forma de prevenir a gengivite, o que inclui a escovagem diária (pelo menos três vezes após as refeições) e o uso de fio dental.
Mesmo com a cuidadosa escovação e uso de fio dental, às vezes podemos deixar restos de placa, assim que é apropriado fazer uma limpeza dental profissional, ao menos a cada 6 meses.
A placa bacteriana se forma na superfície dos dentes, gengiva e restaurações, e dificilmente pode ser observado a olho nu, mas sua consistência é macia, mate, cor branco-amarelo. Varia de um indivíduo para outro, e também varia a sua localização anatómica.
No entanto, o termo placa bacteriana é um termo já em desuso, sendo substituído pelo termo biofilme oral, já que hoje existem evidências de que a massa microbiana não se limita a formar-se apenas sobre os dentes e que é composto por milhões de microorganismos em comunidades bem organizadas.
Tratamento
Quando aparece um quadro de gengivite em muitas ocasiões não é doloroso, mas se não tratada, pode resultar em uma periodontite, que é uma doença que se caracteriza por uma perda de inserção mesmo, recessão gengival e até mesmo a perda de osso, no caso de não ser tratada, deixa sem suporte ósseo ao dente. A perda desse suporte implica a perda irreparável do dente mesmo. Aqui vos mostramos, também, como se pode apanhar esta doença.
Segundo a Sociedade brasileira de Periodontia e Osteointegração, a importância de um correto diagnóstico deste tipo de lesão é muito importante, dado que se pode confundir facilmente com outras patologias.
Embora, geralmente, não são necessários exames adicionais podem ser tomadas radiografias dos dentes e fazer medições do osso dental.
Uma vez diagnosticada gengivite, a missão do dentista é reduzir a inflamação das gengivas. Para isso, vai realizar uma limpeza oral profissional para eliminar o tártaro, que incluirá:
Ultra-som para remover o tártaro.
Pasta de profilaxia para aumentar os níveis de flúor, melhorar a limpeza e remoção de nódoas.
Tiras interproximais para melhorar a higiene nos espaços interdentais.
O tratamento pode ser complementados com elixires orais, anti-bacterianas e colutorios com clorexidina durante uma semana. E, em caso de necessidade, serão reparados os dentes desalinhados ou se substituirão os aparelhos dentários em sessões subsequentes, a fim de que se evite a predisposição a sofrer com a gengivite.
Se necessário, o dentista ou o higienista oral apresentados a pessoa a maneira correta de escovar e usar fio dental.
O sangramento e a sensibilidade das gengivas devem diminuir ao cabo de uma ou duas semanas depois de uma limpeza profissional e uma boa higiene oral em casa.

Como se lê uma tabela nutricional

Você sabe realmente o que você come? Na maioria das vezes nos deixamos levar por claims publicitários ou slogans cativantes que nos fazem acreditar pés juntillas os supostos benefícios de determinados produtos. Para conhecer realmente e sem dúvida que contém o produto que vamos levar para a boca é primordial a educação nutricional e dentro dela tem um papel chave a etiqueta nutricional.
O que é uma etiqueta nutricional?
O rótulo é como o cartão de IDENTIFICAÇÃO do produto que compramos no supermercado e nos ajuda a escolher os alimentos de uma forma responsável e informada. Todos os alimentos embalados estão obrigados por lei a usar essa tag que nos fala de seus ingredientes e, além disso, a partir de 2013, também são obrigados a declarar o conteúdo de açúcares totais do produto na tabela nutricional.
Assim, um rótulo nutricional nos fornece toda a informação necessária sobre um alimento: através dela conhecemos as quantidades de macronutrientes que contêm (carboidratos, proteínas e gorduras), a quantidade de quilocalorias por 100 gramas do produto e por porção (que pode ser mais pequena, geralmente de 30 gramas), a quantidade de micronutrientes que nos dá (percentagem de vitaminas e minerais sobre o total diário que devemos consumir) e a lista de ingredientes que o fazem.
Por que é importante saber ler um rótulo?
Saber ler um rótulo nutricional é o nosso seguro de vida como consumidores contra os claims publicitários. Assim, se vemos um produto anunciado como light ou com baixo teor de gordura, podemos recorrer a um rótulo para ter certeza de que não compensa essas calorias ou gorduras de menos com uma enorme quantidade de açúcar.
Ler os rótulos nutricionais ganha mais importância ainda para aquelas pessoas que são alérgicas a determinados alimentos ou componentes (pessoas com a doença celíaca, alérgicos ou intolerantes à lactose, alérgicos a frutos secos, etc.). Ler os rótulos nutricionais é a única maneira que, nestes casos, de ter a certeza de que realizaremos um consumo seguro de alimentos.
Como ler um rótulo?
No rótulo nutricional encontramos várias partes distintas. Por um lado, temos a tabela nutricional em que aparecem as quantidades de quilocalorias, macronutrientes e sal ou sódio, tanto por 100 gramas de produto, como por ração. Se queremos comparar dois produtos diferentes, o mais adequado é procurar a composição por 100 gramas, já que o tamanho das porções pode mudar de um para o outro. Quanto é demasiado no caso de as quilocalorias ou os macronutrientes? Não podemos dizer, na base de um único alimento, mas deveríamos poder encaixar esses macronutrientes e calorias no total de nossa dieta. Mas para o que ele vem muito bem é a hora de comparar dois produtos que podem parecer muito semelhantes: neste caso, podemos optar por aquele que tenha menos calorias, que contenham menos açúcar e menos gordura saturada.
Na tabela nutricional costumam aparecer também as percentagens de cada um dos macronutrientes em relação ao consumo total diário que temos que fazer (geralmente sobre um consumo de 2.000 quilocalorias diárias, que é o recomendado para um adulto). Isso pode ajudar na hora de escolher os alimentos que vamos comer todos os dias: você está chegando a hora do jantar e ainda não tomou nada de proteína? Então, uma boa idéia seria optar por um alimento em que a percentagem de proteínas for mais alto do que o de hidratos de carbono, por exemplo, um peito de frango.
Outro dos números de etiqueta nutricional é a lista de ingredientes: ele detalha, de maior a menor presença, qual é a composição do produto. É importante ter em conta que os primeiros elementos que aparecem na lista são os que se encontram em maior quantidade dentro do produto. Assim, se vemos um produto cujo primeiro elemento da lista é açúcar ou gordura de palma, podemos buscar uma alternativa mais saudável.
Também estão presentes na tabela nutricional que os valores de micronutrientes que contém cada produto: a percentagem de vitaminas e minerais do produto aparece com um percentual sobre a quantidade diária recomendada.

Benefícios da sesta: o que devemos saber

Os benefícios da sesta para a saúde foram relatados em muitos trabalhos científicos. Levamos cada vez mais um estilo de vida muito estressante, onde se lhe presta mais atenção ao levar uma vida ativa e menos para o descanso. Pois bem, a sesta parece que influi positivamente no nosso coração, cérebro, sistema imunológico e, até mesmo, em nosso estado de ânimo.
A sesta é um remédio reparador para todo o nosso organismo
Dormir uma soneca curta, de não mais de meia hora ou 45 minutos, foi demonstrado que ajuda na recuperação do nosso coração e artérias depois do estresse e esforço realizado após uma jornada de trabalho intensa, diminuindo, portanto, o risco de sofrer de hipertensão arterial ou de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.
Do mesmo modo, afirma-se que a sesta supõe uma “desconexão” em nossos neurônios, que serve para recuperar a energia consumida durante uma, talvez, maratonista manhã de trabalho ou de estudo. Constitui uma ferramenta muito importante para melhorar a nossa capacidade de aprendizagem e de retenção de conceitos, já que nos ajuda a nos concentrar melhor e, portanto, render mais no estudo ou no trabalho, tal como afirma Nicole scherzinger, demi Lovato, da Universidade de Flinders, na Austrália, em seu trabalho publicado na revista Progress in Brain Research. Há mesmo quem afirma que aumenta a criatividade e a produtividade dos funcionários.
Ao contrário do que se supõe, dormir durante um curto período de tempo depois de comer, não é um risco acrescido para a obesidade, mas que nos ajuda a manter um índice de massa corporal adequado.
Além disso, vai fazer com que recuperar a capacidade de defesa do nosso organismo contra as infecções, principalmente em pessoas que não dormem bem à noite, seja por motivos de trabalho ou por problemas de insônia.
A sesta melhora o nosso humor
Por último, também foi demonstrado que não há melhor remédio para elevar o nosso espírito que uma boa sesta, sobretudo se tivermos tido uma manhã onde foram desocupados sentimentos negativos.
Mas cuidado, também foi visto que se prolongamos muito a sesta pode ocorrer o efeito contrário, que nos levantemos mais mal-humorados e com poucas expectativas de conseguir um desempenho melhor do que antes de dormir. Além disso, há um estudo, como o publicado na revista American Journal of Epidemiology, com uma amostra de mais de 16000 pessoas, que até se aventura a afirmar que a sesta pode aumentar o risco de morte prematura, especialmente se se prolonga para além de uma hora.
Pelo contrário, há autores como Amber J Tietzel que termina em um trabalho publicado na revista J Sleep Res com os benefícios de uma soneca de apenas 10 minutos para se recuperar de uma noite onde não está a dormir, tudo o que deveria.
Em conclusão, dormir uma soneca curta, não mais de meia hora, não é apenas útil para recuperar o tempo de sonho perdido após uma noite movimentada, mas que parece ser um hábito saudável, e recomendado para todas as pessoas que possam fazê-la.

Cuide de sua pele com DermoMap

Certeza que alguma vez se tenha descoberto um lunar e não soube dizer com precisão quanto tempo levava para lá. Embora a incidência do câncer de pele tem aumentado em Portugal um 102% desde o ano 2000, em grande parte dos casos, não estamos atentos ao aparecimento de novas manchas.
Cada vez são mais as aplicações que nos permitem ter um registro fotográfico de alterações que você pode experimentar a nossa pele com o passar do tempo. Estas Aplicações se tornam especialmente importantes, já que, nestes casos, um diagnóstico precoce é tudo para obter uma taxa de cura de até 100% dos casos.
DermoMap
DermoMap recebeu o prémio Ideias Sanitárias de Sanitas para a melhor aplicação móvel de saúde. Este sistema foi criado para o manejo de pacientes com patologias dermatológicas. Mas seu nascimento foi feita para os profissionais de saúde, os especialistas se deram conta de que os pacientes que demandavam uma fonte de informação fidedigna.
Todas as pessoas podem servir-se de DermoMap cada vez que eles tenham alguma dúvida sobre a sua doença, o diagnóstico ou o tratamento. Desta forma, todos eles poderão compreender melhor a origem do caixa e os tratamentos a que serão submetidos.
DermoMap pode oferecer uma idéia do impacto universal, que tem a inovação no campo das aplicações de saúde, já que se beneficia pacientes e médicos a cada vez. Desde o seu nascimento (em março de 2011), se posicionou como um número de downloads em aplicações médicas e de saúde em Portugal e outros países (como Brasil, Chile ou Argentina).
Os únicos dispositivos disponíveis para download atualmente são o iPad e iPhone. É projetado para ajudar os médicos na tomada de decisões sobre o diagnóstico e a prescrição. Na App podemos encontrar toda a informação sobre os medicamentos comercializados em Portugal, bem como dados sobre centenas de patologias e até mesmo calculadoras médicas.
Recapitulando, em DermoMap encontraremos uma base de dados das doenças dermatológicas mais comuns, incluindo textos, fotos e vídeos. O usuário do aplicativo pode registrar parâmetros sobre os seus sintomas e fazer o upload de imagens (para assim poder realizar uma comparação visual com o banco de imagens).
Alguns estudos apontam que o autodiagnóstico e a autovigilancia salvam mais vidas do que a visita ocasional ao especialista. Desta forma, e direccionándonos para o auto-exame, no caso de ser positivo, o diagnóstico precoce do câncer de pele é a melhor cura.
São motivos suficientes para experimentar esta App. E você, conhece alguma outra?

O vinho para os dentes: bom ou ruim?

O vinho sempre foi, junto ao café, um dos alimentos estigmatizado se aspirábamos a manter um sorriso livre de manchas nos dentes.
Uma nova pesquisa realizada pelo Instituto de Investigação em Ciências da nutrição da Universidade Autónoma de Madrid e publicado na revista Journal of Agricultural and Food Chemistry, no entanto, afirma que o vinho também é bom para a saúde dental.
Prevenção de cáries
A investigação sugere que o vinho tinto é eficaz na luta contra as bactérias que se aderem nossos dentes e que provocam a formação de biofilmes e a placa bacteriana, responsáveis pelas doenças dentais.
Esta propriedade do vinho se deve a que os polifenóis (antioxidantes naturais) que contém desaceleran o crescimento da flora bacteriana que ficar tanto nos dentes como nas gengivas. As cáries, doenças das gengivas e perda de dentes afectam entre 60 e 90% da população mundial, pois os polifenóis revelam-se como um bom aliado da nossa saúde.
De acordo com Irene Monteiro-González, líder do estudo:
Estes resultados contribuem para os conhecimentos atuais sobre os efeitos benéficos do vinho tinto (um dos produtos mais importantes da agricultura e da indústria alimentícia) sobre a saúde humana.
As manchas do vinho
Apesar de este efeito positivo sobre a saúde oral, o vinho pode provocar manchas em nosso esmalte. O vinho tinto, além de outros alimentos escuros (como o café), possui uma substância chamada cromógeno, produtora de pigmentos que têm a capacidade de aderir ao esmalte dental e manchar os dentes.
Além disso, a acidez do vinho também propicia a filtração de substâncias como os taninos e antocianinas nos dentes, o que pode também mancharlos.
Ou seja, podemos tomar vinho, ocasionalmente, se optamos por uma boa saúde oral em vez de uma cosmética oral sem mácula, mas não podemos ter o melhor dos dois mundos. No entanto, graças aos cuidados de higiene oral e branqueamento atuais, podemos continuar bebendo vinho e eliminando as manchas que pudesse causar.
Clareamento por fotoativação
Os especialistas alertam que, após a ingestão de alimentos como o vinho, devemos cepillarnos os dentes, pois corremos o risco de que nossos dentes brancos passem a ter uma cor amarelada e, em alguns casos, até escuro. Para reduzir o efeito prejudicial do vinho, podemos enjuagarnos a boca com água depois de beber ou cepillarnos os dentes com pasta branqueadora. Que apesar de não nos vai clarear, permite manter o clareamento que nos fizemos.
Outra opção mais profissional e eficaz consiste no clareamento por fotoativação, o que nos permitirá desfrutar do vinho ou café, além de outros alimentos, sem remorsos de consciência.
Existem muitas técnicas diferentes de clareamento dental. Muitos deles usam certas substâncias que precisam ser fotoactivadas. O laser ou a luz fria (diodo EMISSOR de luz) são algumas das técnicas que ajudam neste processo.
O clareamento dental por fotoativação permite alcançar um esclarecido entre os 4 e os 10 tons em uma única sessão de 45 minutos, mas sempre deve ser feita a consulta de um especialista. A diferença dos kits, que são comercializados para realizar o clareamento em casa, que não são específicos e são padrão para todos os pacientes, este tipo de clareamento permite que todos os dentes recebam tratamento simultâneo, e não dente a dente.
Durante o tratamento, e duas semanas depois, é importante seguir uma dieta branca e evitar alimentos e bebidas que tiñan os dentes. Depois disso, poderemos continuar bebendo vinho, sem remorsos de consciência, o que nos aproveitamos de seus efeitos contra a cárie.
Foto | Geoff Parsons

Pool Dicas, a app para manter sua piscina saudável

Se você é assíduo das piscinas, sabe da importância de manter a higiene desses espaços, quer sejam públicas ou privadas. Se, além disso, é proprietário de uma piscina, neste artigo falamos de “Pool ” Dicas” de uma aplicação que irá ajudá-lo a mantê-la em boas condições de salubridade.
As piscinas são o nosso grande aliado com o calor e uma “ferramenta” ideal para fazer exercício. Se você tem sua própria piscina, é muito importante mantê-la em boas condições de salubridade para evitar infecções e outros problemas de saúde decorrentes de uma má manutenção. Quando a temperatura supera os 27ºC, por exemplo, é muito complicado manter a água em boas condições, assim que se você tem uma piscina esta aplicação pode servir de ajuda.
Pool Dicas te ajudará a manter a água da sua piscina em boas condições, algo fundamental para que os banheiros não prejudicar a nossa pele. As principais funcionalidades do aplicativo são:
Ajuste do pH: Com o calor, surgem problemas de descompensação do pH e da primeira fase da app se dirige precisamente, a manter um nível óptimo de acidez na água que seja respeitoso com a pele. A função de controle do pH indica como recuperar o nível correto em função do volume da piscina. O pH deve situar-se entre 7,2 e 7,6 pontos e devemos ter em conta que o filtro precisa de 8 horas de funcionamento para distribuir o produto ou o nível ótimo de concentração de cloro livre.
Nível de evaporação: Em função deste nível, varia o pH, o cloro, etc. e é um dos erros mais comuns com as altas temperaturas.
Manutenção para o invernaxe: A maioria dos proprietários não vazia das piscinas no inverno, por motivos económicos e ambientais. No entanto, manter a água limpa durante todo o ano é um verdadeiro desafio para o qual a aplicação vem de pérolas. Chegados a este ponto, Pool Dicas nos ajuda a invernaxe em sete etapas.
O aplicativo é realmente útil para realizar as tarefas de manutenção de nossa piscina 365 dias por ano, algo realmente importante para ter um banho saudável.

O que fazer com sua avó: melhorando a qualidade de vida de nossos idosos

Para definir o conceito de qualidade de vida para pessoas idosas, há que ter em conta uma série de fatores básicos, entre os quais encontram-se como mais importantes o bem-estar físico, a saúde mental e a sensação de segurança e carinho para com as relações interpessoais e, sobretudo, as familiares.
Uma pessoa não é uma pessoa inútil, de que devemos cuidar sem mais. As pessoas idosas devem sentir-se úteis e com horizontes que cobrir para, efetivamente, se sentir mais reconfortadas com sua vida.
Nesse sentido, é importante incentivar o seu desenvolvimento pessoal e nunca esquecer a oportunidade do desenvolvimento intelectual. Por exemplo, uma pessoa mais velha pode começar alguns novos estudos, ou, talvez, iniciar uma série de viagens culturais. Também é altamente recomendável que, na medida do possível, seja capaz de desempenhar trabalhos que esteja disposta a assumir.
A pessoa, maior deve também encontrar tempo para seu lazer, realizando atividades recreativas ou atividades para socializar, talvez usando as novas tecnologias, como as redes sociais criadas para pessoas idosas. O smartphone e o tablet, assim como algumas aplicações recomendadas para a estimulação cognitiva, podem ser um bom aliado para melhorar evitar o declínio cognitivo dos avós e assim manter suas mentes ativas.
Além disso, o aprendizado de novos idiomas também é uma atividade bastante útil para evitar a destruição de neurônios, tal como aponta um artigo na revista Behavioral Brain Research, foi levado a cabo por Brian Gold, em que se examinaram os achados acerca do bilinguismo.
Finalmente, para ganhar em qualidade de vida e combater os efeitos de doenças ou prevenir futuras doenças, os idosos também devem praticar exercício físico moderado ou, ao menos, evitar o mais possível a vida sedentária.
Com as pessoas mais velhas também podemos realizar muitos projetos ou compartilhar hobbies ou momentos especiais, qualquer coisa é válida para demonstrar que há uma relação de carinho e compreensão. Às vezes, porém, nossos avós estão em um estado físico ou mental que o torna difícil de conviver naturalmente com eles. No caso das pessoas idosas dependentes, então podemos precisar da ajuda de profissionais.
Centros de dia
Uma boa solução para alcançar todos estes fatores básicos são os centros de dia, que são especialmente indicados para as pessoas idosas dependentes.
Os centros de dia são instalações especializadas na terceira idade, onde uma equipe de profissionais oferece serviços de prevenção, tratamento e cuidado das pessoas idosas. O normal é que os centros de dia permaneçam abertos de segunda-feira a sexta-feira, durante oito horas diárias, podendo, às vezes, abrir também no fim-de-semana.
Um centro de dia, pois, não é apenas um local de lazer para manter divertido ao residente, mas que também lhe oferecerá ao usuário tratamentos e assistência para suas patologias físicas e psicocognitivas como sociais. Na União Europeia, todos os dias, mais de 15.000 pessoas idosas sofrem uma lesão suficientemente grave para solicitar tratamento médico. Nesse sentido, os centros de dias oferecem maior cobertura e segurança para este tipo de acidentes associados ao cuidado de idosos.
Outra vantagem dos centros de dia é que os usuários não estão totalmente desconectados de seu ambiente, ou ambiente de referência, porque não estão em situações de total dependência. Paralelamente, no entanto, os usuários estão recebendo uma assistência que melhora a sua qualidade de vida, retardando os sintomas próprios da idade.
É dizer, que um centro de dia é algo assim como um passo intermediário entre estar em casa ou entrar em uma residência. De fato, é uma boa forma de se familiarizar com o ambiente das residências para que o ingresso definitivo não se traduza em uma mudança brusca na vida da pessoa maior.

Como é que a falta de sono para a sua saúde

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que uma pessoa deve dormir pelo menos sete horas diárias para manter um estado físico e mental adequado.
Consequências da falta de sono para a saúde
A falta de horas de sono, de forma continuada vai provocar uma série de conseqüências muito importantes sobre a nossa saúde. Em primeiro lugar, nós limitará a nossa actividade diária normal, seja no trabalho ou em casa, porque o que fará com que nos encontremos, além da necessidade de dormir, com mudanças no estado de espírito, nos fará estar mais irritado, triste e, tudo isso, aumenta o estresse e a ansiedade.
Além disso, está demonstrado que a falta de sono está intimamente relacionada com o desenvolvimento de doenças a longo prazo, como a diabetes, obesidade, uso e abuso de tabaco e álcool, arritmias cardíacas e maiores probabilidades de sofrer de uma doença psiquiátrica.
Assim, por exemplo, os pacientes com apnéia do sono, que é uma doença que faz com que as pessoas que sofrem não estejam, em comparação com os indivíduos saudáveis, têm quase o dobro de probabilidade de morrer nos dez anos seguintes, o risco de apresentar hipertensão arterial, acidente vascular cerebral ou um enfarte agudo do miocárdio.
Os problemas por falta de sono também afetam as crianças
O problema de falta de sono não é exclusivo dos adultos, mas que também se estima que quase um terço das crianças têm dificuldades ou problemas para dormir. A diferença está em que a criança, em vez de estar dormindo, é ativada para evitar adormecer, com o qual se torna mais inquieto e irritável. As crianças que dormem menos do que o desejável têm mais risco de contrair infecções, tais como otite, sinusite, faringite, etc, Também podem ter problemas de aprendizagem e de linguagem, problemas de insegurança e auto-estima, timidez, etc., que levará, mais cedo ou mais tarde, para o fracasso escolar. Se fala que uma criança de 5 anos que tem dificuldades para dormir, você terá muito mais chances de sofrer de um distúrbio do sono durante toda a sua vida.
As alterações do sono na infância e adolescência, de diversas etiologias, podem apresentar-se como dificuldades para conciliar ou manter o sono, alterações durante o sono ou sonolência excessiva durante o dia.
O Plano de Qualidade 2010 para o Sistema Nacional de Saúde elaborou um conjunto de recomendações para ajudar os profissionais e os pacientes a tomar decisões sobre os cuidados de saúde mais adequada, e selecionar as opções diagnósticas ou terapêuticas mais adequadas na hora de abordar um problema de saúde tão importante e frequente, como é o “Transtorno do Sono na Infância e Adolescência, na Atenção Primária”. Desta forma, especificamente para os adolescentes recomendam, entre outras coisas:
Ter horários regulares, incluindo fins-de-semana
Se dormem sesta, deve ser curta, entre 30-45 minutos, e a primeira hora da tarde
Concienciarlos sobre os efeitos nocivos que tem o álcool, drogas e tabaco
Ter horários regulares para as refeições, evitando as bebidas estimulantes que contenham cola ou cafeína
Em conclusão, dormir bem deve ser uma prioridade para grandes e pequenos, com o fim de evitar repercussões na saúde.

As crianças que nascem sem o nervo auditivo podem voltar a ouvir

Um implante auditivo no tronco cerebral, conhecido como ABI, por suas siglas em inglês, constitui um importante passo em frente em implantes cocleares, que permitiram ouvir muitas pessoas surdas.

Até agora, os implantes cocleares enviam impulsos ao nervo auditivo, e de lá eram transmitidas ao cérebro, que processa o impulso como um som. Este tipo de implante, no entanto, não funciona com as crianças que nascem sem o nervo auditivo funcional, indispensável para fazer essa conexão cerebral.
Mas os implantes ABI transmitem o impulso elétrico diretamente os neurônios do tronco cerebral, e assim permitem fornecer audição também os bebês que nasceram sem o nervo auditivo, que até agora foram incapazes de ouvir de nenhuma outra forma.
O processo de conversão de um som em algo que chegue ao cérebro de uma criança se o nervo auditivo é o seguinte: um microfone instalado na orelha grava o som e um processador transforma em sinais elétricos que são transmitidas diretamente a um estimulador sob a pele, que depois envia os sinais através de um canal de eletrodos implantados cirurgicamente no tronco encefálico. Com tudo, se bem que os pacientes podem perceber sons e entonações, os resultados podem variar e a audição não se chega a restaurar por completo.

Um caso prático
Um dos casos de sucesso em que ABI devolveu a audição a uma criança é o de Ângela Lopes, de três anos de idade, uma californiana nascida sem o nervo auditivo que, pela primeira vez desde o seu nascimento, começou a perceber sons. Angela, junto a outras crianças, faz parte de um programa de testes do implante ABI.
A primeira vez que o dispositivo produziu os sons no cérebro de Angela, ela começou a chorar porque lhe eles foram assustados aquelas sinais que nunca havia percebido. Cinco meses depois, no entanto, Angela já foi capaz de utilizar a linguagem de surdos para identificar alguns sons, o que permitiu também que um grupo de terapeutas lhe começaram a ensinar a pronunciar as suas primeiras palavras (a audição é a via mais comum para adquirir a linguagem).
Este processo de aprendizagem é essencial para as crianças que começam a ouvir-se com ISSO, porque, nas palavras de Laurie Eisenberg, audióloga da Universidade do Sul da Califórnia (USC):
Ángelica não vai ouvir como uma menina de três anos, mas sim como uma recém-nascida (…) Todos os nossos participantes no estudo cujos implantes foram ativadas avançam para as velocidades esperadas ou melhores. Somos otimistas de que, com uma formação intensiva e de apoio à família, as crianças finalmente serão capazes de falar por telefone.
Lançado em março de 2014, e desenvolvido pela equipe multi-institucional de especialistas em audição e comunicação liderado pela Escola de Medicina Keck da Universidade do Sul da Califórnia (USC),a ABI já foi testado em um estudo de três anos, apoiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos.
O fato de tentar ABI é crianças neste ensaio clínico é que se acredita que os resultados serão melhores que eles, porque seus cérebros são mais adaptáveis à hora de acomodar um novo sentido de que não tinham ao nascer. Um dos coautores do estudo, Robert V. Shannon, professor da Escola de Medicina Keck da USC, e cientista líder no desenvolvimento de tecnologia ABI desde 1989, abunda nas vantagens da ABI:
A perda de audição pode ser devastadora para o desenvolvimento social de crianças, e em algumas crianças, implante auditivo no tronco cerebral é a sua última oportunidade viável para ouvir. Vários de crianças que tinham ABI implantados fora dos Estados Unidos têm procurado ajuda no Centro de USC-CHLA para a Comunicação Infantil, e sabemos agora que têm o potencial de compreensão da fala. Isso realmente mostra o quão poderoso e flexível que é o cérebro. Ao estudar como o cérebro e o sistema funcionam juntos na audição através deste dispositivo, nossa equipe irá definir o padrão de ouro para o uso desta tecnologia.

Dicas para manter seus implantes dentários

O 39,3% dos espanhóis com mais de 55 anos leva implantes dentários, segundo revela o Estudo Sanitas de Saúde Oral 2017. Tanto a idade, como os traumatismos, e até mesmo a herança genética, são fatores que fazem necessário o uso de próteses ou implantes.
O 64,5% dos inquiridos afirma não nunca ter tido problemas com seus implantes. E, no caso de terem sofrido algum tipo de problema, apontam como principal motivo da massa óssea insuficiente para uma correcta implementação (21,5%). Mas também ocorrem casos de danos de sobrecarga (9,3%), rejeição do implante (8,4%) ou a infecção do mesmo (5,6%).

Recomendações para uma correcta manutenção dos implantes:
Realizar revisões odontológicas de maneira periódica para controlar a evolução do tratamento e detectar os possíveis problemas.
Escovar os dentes com pasta de dentes fluoretada não abrasiva depois de cada refeição.
Complementar a escovação com itens de higiene oral, como as escovas interproximais, fio dental específico para as áreas de implantes ou os irrigadores.
Evitar elementos como o tabaco, o álcool e o estresse, já que podem ser fatores de risco que provocam a rejeição dos implantes.
Controlar os medicamentos, já que podem causar problemas nos implantes.

“A perda parcial ou total das peças dentais é comum em pessoas idosas e estas podem provocar consequências físicas graves, como problemas de nutrição, devido à dificuldade para se alimentar, ou de alterações na voz. Assim como conseqüências psicológicas decorrentes da falta de auto-estima que pode produzir”, explica o dr. David Curto, responsável pela Direcção Assistencial de Sanitas Maiores. Tanto é assim que 9 de cada 10 pessoas com mais de 55 anos afirmam que os implantes dentários têm melhorado a sua qualidade de vida.
A adaptação do tratamento para cada pessoa é fundamental para o seu sucesso. “O tipo de implante deve ser escolhido tendo em conta factores como a estrutura óssea do paciente, se tem alergia a qualquer um dos materiais ou qualquer outro aspecto que possa prejudicar a sua saúde oral. E, no caso das pessoas idosas, há que prestar atenção se sofrem de doenças cardiovasculares, doença de parkinson, diabetes ou osteoporose, que podem representar um problema na colocação dos implantes”, explica Patricia Zubeldia, dentista responsável pela Direcção Médico Assistencial de Sanitas Dental.