Como escolher uma residência de idosos

Passos prévios
O primeiro passo e mais importante é visitar as residências que nos agradem todas as vezes que forem necessárias e formular todas as perguntas que se nos apresentem, tanto para os médicos e prestadores de cuidados de saúde que atendem os moradores, como os vizinhos dos centros, aos familiares dos residentes e para os próprios moradores.
É importante saber que médicos na residência, com que a equipe médica conta e se estará coberto durante as 24 horas do dia. A administração de medicamentos deve ser realizada por uma enfermeira/o e não um auxiliar ou gerocultor. Há que ter em conta que nem todas as residências têm os serviços e pessoal necessários para atender a pessoas com demências, idosos em cadeiras de rodas ou com grande dependência. A residência tem alguma certificação oficial de qualidade do tipo ISO? Você tem planos de emergência?
Uma vez escolhido um centro, o passo seguinte consiste em examinar com atenção o contrato, com ênfase em todas as cláusulas. Também deve ficar claramente o custo da praça por todos os serviços que serão usados, bem como especificar as deduções do custo no conceito de alimentação, quando o residente deve ficar fora por hospitalização ou férias. Costumam oferecer serviços não incluídos no custo da praça, como podologia, cabeleireiro, excursões para fora do centro, etc.
E, finalmente, deve-se também solicitar uma cópia do regulamento de regime interno, pois é obrigatório que todas as residências tenham por escrito, as normas.

Ingresso na residência
Em função do tipo de centro que tenhamos selecionado teremos acesso imediato ou não ao mesmo. Segundo um estudo da OCU, em residências particulares apenas 20% dos candidatos tiveram que entrar em uma lista de espera, em frente ao 75%, o que teve que esperar uma praça pública (16% dos casos, a espera foi de mais de 2 anos). No caso de uma praça concertada, 40% teve que se inscrever em uma lista de espera.
Em Espanha, existem 2.000 lares da terceira idade, divididas globalmente “com” e “sem” fins lucrativos. Das primeiras, cerca de 1.100, estão federadas (pertencem à Federação Nacional), e as segundas a um grupo pertence a ordens religiosas e outro para ONGs.
Como foi dito anteriormente, o ingresso em residência pode ser progressivo (em centros de dia) ou temporário, a fim de que nos habituemos à nova situação e para que possamos também testar todas as condições do centro. Algumas destas condições devem ser:
As condições de limpeza e salubridade devem ser as adequadas.
Facilita as visitas aos moradores.
Os moradores manifestam interesse pela entrada de um novo residente.
A maioria dos moradores parecem estar interagindo, e há poucas pessoas isoladas.
O pessoal tem um trato correto com os moradores. Como são chamados por seus nomes próprios?
Os moradores têm um acesso quase contínuo ao pessoal.
Os familiares recebem relatórios detalhados de saúde física e emocional do residente.
Se respeita a privacidade dos moradores.
Responde adequadamente às dietas especiais.
Liberdade na hora de sair para o exterior, com o residente e poder ir comer ao domicílio e/ou eventos familiares.
São realizadas atividades de exercício físico regularmente.