Mitomania: a mentira pode se tornar uma doença

A mitomania ou mentira patológica, termo cunhado por Anton Delbrueck, e, posteriormente, utilizado por Ernest Dupré, pode ser definida como a expressão de acontecimentos inventados não completamente improváveis, de cujo relato o autor obtém uma vantagem.
Literalmente vem de “mythos”, palavra grega que significa mentira e de “mania” ou compulsão.
Dentro das pessoas que sofrem deste transtorno, alguns chegam a admitir que mentem, que têm consciência de fazê-lo. No entanto, em outros casos, não acontece assim.
O característico dessas pessoas é que as mentiras não são consequência de se encontrar em uma situação especialmente comprometida ou em que haja pressão social, a modo de desculpa para fazer o que você quer, não o que querem os outros, evitando confrontos.
Ninguém nasce mentiroso, trata-se de uma forma de adaptação ao ambiente. A mitomania, neste sentido, pode relacionar-se, de certa forma, com a chamada pseudología fantástica, o que é bastante frequente em crianças, e até mesmo com os “falsas memórias”, entendendo por tais experiências, de acontecimentos que nunca ocorreram, mas que a pessoa que as conta acredita que tiveram lugar. Uma espécie de mentira, às vezes, sobre a base das próprias fantasias, contada tantas vezes que se torna verdade para o sujeito que conta.
Vício de mentir
Pode dizer-se que o vício de mentir é exatamente o que diferencia um mitômano de um mentiroso.
Quando um mentiroso usa a mentira tem uma finalidade. É de se proteger, se defender…
Quando um mitômano é mentira, não existe uma motivação específica. Na maioria das vezes, o mitômano mente sem que exista nenhum tipo de necessidade para isso. É como se sentissem como reais, coisas que não são, ou se cresse suas próprias mentiras e as vissem como realidades.

Consequências da mitomania
Mentir compulsivamente, não é inócuo. Por um lado, mentir com frequência pode ser um sintoma de uma doença mental. Mas, além disso, as constantes mentiras geram no ambiente uma falta de confiança. O que tem como grave consequência que repercute nas relações, as amizades e a família do mitômano.
No entanto, não se trata de uma doença incurável. Para o seu tratamento, psicoterapia ou ajuda psicológica parece a melhor opção. Se bem que, é extremamente raro que o tratamento comece a iniciativa do mitômano.
Os especialistas apontam como possíveis causas da mitomania:
A mentira é para o mitômano uma espécie de refúgio frente à realidade.
Insatisfação.
Graças às mentiras, a pessoa olha sua situação com outros olhos. Vê-Se engrandecido/a.
Podem sufrirse transtornos de personalidade. Como transtorno de personalidade ou transtorno de personalidade narcisista. Em especial, pessoas superficiais e frívolas, inconstantes e irresponsável.
Podem sufrirse outro tipo de doenças mentais.
Necessidade de afeto, de aprovação ou admiração.
Necessidade de chamar a atenção.
As mentiras podem também mostrar o mitômano como uma vítima constante.
Ambientes em que a realidade e as aparências não andam de mãos dadas.
Como na maioria dos problemas de comportamento, outra causa da mitomania pode ser a auto-estima baixa.
Alguns mitômanos exageram as coisas boas em sua vida, outros as coisas negativas. Por isso, o conhecimento da história pessoal do indivíduo pode ajudar a identificar padrões mentira.

Quem se importa que estejamos comendo de forma segura?

Isso é o que se chama de rastreabilidade, ou seja, o conjunto de processos que permitem conhecer a localização e a trajetória de um produto ou de um lote de produtos ao longo da cadeia de suprimentos, em um dado momento.
Desta forma, é possível seguir o rasto de todos e de cada um dos passos que seguiu o produto até chegar ao consumidor, com três objetivos, em primeiro lugar, que os produtores aumentem a segurança, em segundo lugar, que o consumidor obtenha toda a informação necessária e, por último, que a gestão de qualquer risco seja mais fácil.
Assim, por exemplo, no caso da carne de bovino, a rastreabilidade inclui informações sobre os animais de que procede o produto (países de nascimento, criação e abate), o tipo de carne e o sistema de embalagem. A rastreabilidade, neste caso, inclui os dados das fazendas de criação, matadouros, salas de desmancha, onde foram elaborados os produtos derivados, para onde foi distribuído e onde estava armazenada para que, no momento de detectar um risco, possa identificar a sua fonte, a isolar e evitar que os produtos cheguem aos consumidores.
Quem se encarrega de que comamos de forma segura?
A Agência Espanhola de Consumo, Segurança Alimentar e Nutrição (AECOSAN) é a que se encarrega de assegurar os direitos dos consumidores e usuários, tanto em matéria de segurança de produtos como de seus interesses econômicos. Esta Agência nasce da fusão entre a Agência Espanhola de Segurança Alimentar e Nutrição e o Instituto Nacional de Consumo. É um organismo autônomo a que se refere o artigo 43.1.a Lei 6/1997, de 14 de abril, de Organização e Funcionamento da Administração Geral do Estado, adscrito ao Ministério de Saúde, Serviços Sociais e Igualdade através da Secretaria Geral de Saúde e consumidores.
A sua missão consiste, em primeiro lugar, exercer a promoção e o fortalecimento dos direitos dos consumidores e usuários, tanto em matéria de segurança de produtos como de seus interesses econômicos. Em segundo lugar, promover a segurança alimentar, oferecendo informação objectiva os consumidores e agentes económicos do sector agro-alimentar. E, em terceiro lugar, planejar, coordenar e desenvolver estratégias de actuação que promovam a informação, educação e promoção da saúde no âmbito da nutrição.
Portanto, esta Agência deve assegurar a segurança em todas as fases da cadeia alimentar, para o qual dispõe de uma Rede de Alerta Alimentar que permite garantir aos consumidores que os produtos que se encontram no mercado são seguros e não apresentam riscos para a saúde, mantendo uma constante vigilância contra qualquer risco relacionado com os alimentos que possam afectar a saúde dos consumidores.

Como vai ser o parto

O teste de gravidez deu positivo, e agora? Uma das dúvidas mais comuns de mães de principiantes está relacionada com a escolha do ginecologista. Trata-Se de um especialista que nos acompanhará durante toda a gravidez e os primeiros meses após o nascimento do bebê, de modo que é muito importante que você possa criar uma relação de confiança e sinceridade.
Ajudamo-lo a escolher o mais adequado com algumas dicas:
Informe-se sobre o ginecologista que quiser escolher o hospital em que trabalha, e através de outras doentes que frequentam a consulta. Você também pode ver na internet as opiniões sobre o médico e para o seu centro.
Certifique-se de que o hospital conta com as máximas garantias de controlo e segurança, bem como com os serviços e a tecnologia mais avançada para a atenção da gravidez e do parto. O fato de que conte com selos internacionais de qualidade, como a Joint Commission International, pode ajudá-lo. Que o hospital tenha uma UTI neonatal especializada na gestão de grandes prematuros, pós-operatório de cirurgia neonatal e pediátrica. Atendida durante as 24 horas por pessoal especializado em cuidados intensivos neonatal.
Pergunta se existe um plano de parto, no centro, e sobre a participação do especialista.
Valoriza o tipo de acompanhamento e controles que você fará ao longo da gravidez, assim como as possibilidades de entrar em contato com ele em caso de urgência.
Pergunta se o especialista que irá atendê-lo no parto será o mesmo que faz o seu acompanhamento na consulta.
Solicita informações sobre as opções de parto que se oferecem, o grau de medicalização e as alternativas de parto natural. Um dos partos é o parto humanizado, que é o processo de dar à luz de forma natural, com o apoio de uma equipe de especialistas de saúde e um centro com os meios adequados. Mas isso não significa que não se respeitem as necessidades e os desejos da mãe, ao contrário! De fato, respeitar o parto natural é a linha de atuação de muitos obstetras, cuja tarefa será levar a mulher para que o parto se realize da forma mais natural possível, mas sem risco para ela e para seu filho.

O parto humanizado permite romper com a dinâmica deste parto convencional e promover um parto minimamente intervindo mas com todas as garantias de segurança para a mãe e o bebê, o que implica contar com os profissionais, as instalações e a tecnologia necessária para resolver qualquer problema que possa surgir. Além disso, o parto humanizado respeita as decisões da mãe e o pai, que também pode estar presente e colaborar ativamente durante todo o processo. Isso inclui, naturalmente, a escolha de peridural ou não, o modo em que se leva a cabo a fase de dilatação ou a posição que deseja adotar, durante o parto e o expulsivo. Isso sim, durante as diferentes fases do parto, a mãe estará acompanhada por uma equipe de especialistas que intervêm em caso de que seja necessário. Se estão interessados em saber mais, pode consultar o seguinte artigo:

El parto humanizado paso a paso


Pergunta sobre os serviços de apoio que pode receber durante e depois do parto, como por exemplo, a formação sobre a amamentação materna, as aulas de preparação para o parto ou a recuperação do assoalho pélvico após dar à luz.
Pergunta se conta com uma Unidade de Alto Risco Obstétrico para o acompanhamento da mulher e o seu filho em situações especiais durante a gravidez, que requeiram um atendimento personalizado e multidisciplinar, facilitando a melhor atenção pré-natal e neonatal possível.
Atualmente, existem alguns hospitais que oferecem a possibilidade de ultrapassar a experiência que você vai ter com os vídeos, as instalações, processos, etc., que o seguro que lhe dão tranquilidade. Se quiser ver um desses vídeos, visita o seguinte link:
https://www.hospitallazarzuela.es/es/pacientes-familiares-tuparto.php
Para ver mais soluções digitais entra em www.sanitascomoquieresvivir.com

O Alimentos para branquear os dentes? Descubra os mitos

O tabaco é a principal causa de manchas nos dentes. Além disso, o alcatrão e a nicotina que contém favorecem o desenvolvimento de cáries, já que tendem a diminuir o fluxo salivar, que age como um protetor natural da espécie.
Do mesmo modo, substâncias, como as bebidas de cola, chá, café ou vinho tinto afetam a coloração dos dentes e gerar manchas. No caso do vinho, este tem umas substâncias chamadas cromógenos, produtoras de pigmentos que têm a capacidade de adesão ao esmalte e tintar os dentes. Além disso, a acidez do vinho também propicia a filtração de substâncias como os taninos e antocianinas nos dentes, o que pode mancharlos.
Além disso, favorecem a coloração dos dentes molhos muito coloridas (tomate, ketchup, soja, curri) ou os corantes como o açafrão.
Supostos alimentos branqueadores
Agora, existem alimentos capazes de fazer exatamente o contrário? existem alimentos capazes de clarear os dentes? O certo é que não, embora alguns se tenham atribuído propriedades blanqueadoras ao longo do tempo, como é o caso dos citrinos ou morangos.
Ao contrário do que muitos pensam, os morangos possuem uma enzima chamada ácido málico, que, longe de produzir um clareamento dental, o que faz é provocar um processo erosivo muito suave sobre o esmalte dos dentes, de modo que o que pode parecer um clareamento é, na realidade, um desgaste do esmalte. Além de que, pela sua cor, as fresas tingir a dentadura.
As frutas cítricas são ricas em vitamina C, que é antioxidante, que elimina os radicais livres e, de certa forma, tem um efeito anti-bacteriano ao favorecer a produção de saliva e, por isso, o clareamento natural e a limpeza bucal em geral. Também ajuda a cicatrização por estimulação da síntese de colágeno. Por isso, seu papel é o de ajudar a saúde gengival. Não são recomendadas algumas práticas comuns, como esfregar os dentes com suco de limão ou de tangerina, pelo elevado conteúdo em ácido dessas frutas, o que pode corroer o esmalte dos dentes.
É Tradicionalmente atribuído propriedades blanqueadoras a maçã, a cenoura e o aipo, mas o certo é que estes alimentos não branqueados. Apenas limpam os dentes e as gengivas ao arrastar a placa bacteriana quando os comê-los a petiscos ou masticamos muito por ser rígidos. E não o fazem de forma exaustiva, isto é, que nunca deve substituir a escovação após as refeições principais).
Dieta pós-clareamento
Como vemos, não há alimentos com efeitos alvejantes, embora uns mais que outros nos podem ajudar a manter a dentadura no melhor estado. Em qualquer caso, todos eles tomados em uma dieta variada e equilibrada sempre são benéficos e não criam nenhum inconveniente para os nossos dentes.
Isso sim, no caso de se submeter a um clareamento dental é recomendável seguir uma dieta específica, além de outras dicas. Durante as próximas 24 ou 48 horas após o tratamento, é importante manter uma dieta branca, ou seja, escolher alimentos sem cor e evitar o máximo possível os que o têm.
Entre os primeiros estão o arroz branco, macarrão com queijo ou creme de leite, as carnes brancas, peixe branco, leite ou chocolate branco. Entre os quais é melhor evitar durante o clareamento figuram as substâncias e alimentos acima mencionados, e outros, como as carnes vermelhas, peixe azul, mostarda, beterraba, espinafre, os mirtilos ou chocolate preto.
No entanto, o fundamental é ter sempre uma alimentação saudável. Evitar o lanche entre as refeições, comer uma fruta ou um vegetal a petiscos de vez em quando e evitar hábitos nocivos, como o tabagismo ou o consumo excessivo de café, favorecerão uma dentição saudável e com boa aparência.

Problemas de olfato, como um sintoma de Alzheimer?

O mal de Alzheimer afeta severamente a memória, orientação no tempo e no espaço, e não tem cura. Também é a forma mais comum de demência. No entanto, pode ser adiada com exercícios cognitivos e outros cuidados. É o que conhecemos como estimulação cognitiva, ou o que é o mesmo, manter o cérebro ativo com diferentes tipos de exercícios e tarefas que nos obriguem a pensar, como aprender um segundo ou terceiro idioma.
Também vale a pena prevenir antes de nos diagnosticar a doença, olhando para os primeiros sintomas. Um deles, no âmbito de um estudo científico realizado no Japão, é a perda do olfato, um dos sintomas ao menos prestamos atenção.
O estudo, publicado no Chemical Senses, foi realizado por Makizako e seus colaboradores em 220 idosos com deterioração leve de suas funções mentais.
Mau cheiro
No estudo, que mostrou o pior cheiro obtiveram piores resultados em testes de memória verbal e visual), funções executivas, atenção e velocidade de processamento de informações mais lenta. E é que, aparentemente, a perda do olfato, provavelmente, tem uma relação mais intensa com a perda de memória com outras funções mentais.
O estudo se soma assim a outros realizados em ratos, como o publicado no Journal of Neuroscience, onde os pesquisadores sugerem que as placas prejudiciais se desenvolvem primeiro na parte do cérebro do rato que está dedicada ao sentido do olfato. No ensaio, os ratos com as placas afetadas passavam mais tempo farejando odores para relembrá-los, e tinham dificuldades para distinguir a diferença entre os odores.
Em 2005, os cientistas do Laboratório de Neurociências Funcional da Universidade Pablo de Olavide puseram em marcha um estudo longitudinal, que permitiu seguir a pessoas mais saudáveis e outras com deterioração cognitiva ligeira durante 3 anos, chegando também à conclusão de que o olfato em um marcador precoce do mal de Alzheimer. Tal como explica o professor de Fisiologia e diretor da equipe de pesquisa do Laboratório de Neurociências Funcional da UPO, José Luis Canteiro:
Ao avaliar a função olfativa de uma pessoa com queixas subjetivas de memória e quantificar alterações anatômicas produzidos nas áreas cerebrais que participam desta função, observamos uma deterioração da capacidade olfativa acompanhado de uma perda de integridade anatômica dessas áreas.
É dizer, que a curto ou médio prazo, talvez, poderia desenvolver um diagnóstico do mal de Alzheimer baseado em provas olfativas.
O olfato é um sentido muito sensível, pois podemos reconhecer até 10.000 aromas distintos, enquanto que ao nível da vista, só reconhecemos 200 cores. O olfato nos permite reconhecer diferentes aromas, comparar com as que temos na nossa memória e descobrir novos perfumes. Talvez por isso, é um sentido que guarda uma relação tão estreita com as nossas funções mentais e nossa memória.
Outros sintomas
Além da perda de olfato, devemos estar alerta com os seguintes sintomas do mal de Alzheimer:
Dificuldade para lembrar de coisas.
Formular a mesma pergunta repetidamente.
Ter problemas para resolver operações simples de matemática.
Se perder facilmente, mesmo por zonas familiares, como o próprio bairro ou cidade.
Perder objetos ou colocá-los em lugares estranhos.
Estes são alguns dos sintomas mais prematuros, mas estes podem ter lugar nos casos em que a doença está mais avançada:
Esquecer-se de executar ações freqüentes e familiares, como escovar os dentes ou pentear o cabelo.
Para algumas pessoas, ter problemas de visão é um sinal do mal de Alzheimer. Podem ter dificuldade em ler, julgar distâncias e determinar cor ou contraste.
Estar confuso quanto ao tempo, as pessoas e os lugares.
Esquecer-se dos nomes de coisas comuns.
Os que sofrem do mal de Alzheimer podem ter problemas em acompanhar ou participar de uma conversa.
Vagueiam longe de sua casa, sem saber para onde deveriam ir.

O copagamento dos seguros de saúde: qualidade, investindo apenas o necessário

O co-pagamento é uma pequena quantidade de dinheiro que se introduz em algumas políticas de saúde a cada vez que você usa um serviço médico privado e que se soma à prima, que é pago pela apólice, cujo custo básico será menor do que uma apólice sem co-pagamento. Desta forma, você pode desfrutar dos serviços privados, por um custo mais econômico.
Quem se inclinem por um seguro de saúde com comparticipação paga o prémio anual, mas, além disso, pagam um pouco mais a cada vez que vão ao médico. Desta forma, a política de saúde é a mais econômica e só se paga uma soma superior quando é preciso. No entanto, cabe apontar que o co-pagamento é gerado sobre os diferentes serviços ou atos de uma visita, não só pela visita em si. Ou seja, pode ser que recorramos ao especialista e este nos submetida a dois testes diferentes (raio x e analítica, por exemplo). Em tal caso, este serviço pode ser computado até quatro serviços: a prestação do especialista, a realização das duas provas e a visita para posterior para relatar os resultados.
O montante a pagar varia para cada tipo de acto médico, tipo de visita, o que se clique nelas, a apólice contratada e também da empresa com quem se contrata o seguro, assim, as vantagens e desvantagens são muito variáveis.
Além disso, devemos ter em conta que existem apólices em que o valor do co-pagamento é fixo (sempre paga o mesmo pelo mesmo tipo de serviço) e outras em que é progressivo. Neste caso, o co-pagamento começa por ser de um valor mais baixo e aumenta em caso de que haja uma alta frequência do paciente.
Vantagens e desvantagens dos seguros, com co-pagamento
Dito isto, as vantagens dos seguros, com co-pagamento é que o valor do bônus é mais baixo do que se achar o seguro sem ele, tendo (em princípio, de acordo com a apólice) direito aos mesmos serviços. Além disso, ao visitar a especialistas e ao realizar as provas relevantes para o paciente paga muito menos do que pagaria se não tivesse um seguro contratado.
Em suma, podemos concluir que o seguro com co-pagamento é o mais recomendável para aquelas pessoas que querem ter um seguro de saúde a um preço acessível, porque não vão ao médico com muita assiduidade.
Imagem | Pixabay

Cárie, recheios desgastados ou gengivite: causas frequentes de sensibilidade dental

De acordo com os especialistas, costuma aparecer entre os 18 e os 40 anos de idade, embora nos últimos anos tenha aumentado em pacientes jovens, devido ao excesso de consumo de bebidas acidogénicas e o uso indiscriminado de produtos de clareamento dental sem orientação odontológica.
A sensibilidade dentária é causada quando a dentina, que geralmente está protegida por gengiva, cemento radicular e o esmalte do dente, fica exposta a estímulos externos, permitindo que o calor, o frio ou os ácidos de algumas bebidas e alimentos se refletem nos nervos e células do dente, causando dor intensa, localizada e de curta duração.
Apesar de, geralmente, estar relacionado com os hábitos diários de higiene oral dos pacientes -uma escovação inadequada em força e/ou a freqüência, o uso de creme dental muito abrasivo, o excesso de bebidas carbonatadas ou ácidas, ou utilizar uma força excessiva na mastigação-, por trás de sensibilidade dental pode esconder outros problemas dentários mais graves, como são:
Cárie: quando uma cárie passa o esmalte e chega até a dentina ocasiona uma grande sensibilidade diante de produtos frios, quentes ou ácidos.
Selos usados: quando um dente, que teve cárie é cole, disse empaste pode ser desgastado por uma escovagem agressivo ou pela erosão causada por produtos pouco ácidos ou o ato de ranger e apertar os dentes (bruxismo). Nesses casos, a dentina volta a ser exposta, causando a sensação de dentes sensíveis.
Doenças das gengivas: o tecido gengival se inflama e enfraquece devido à gengivite ou periodontite, é possível que se possa sentir sensibilidade dentária.
Gengivas esteiras totalmente retraída: no caso de pacientes com doença de esteiras totalmente retraída (doenças periodontais, um mal escovado, tabaco ou outras causas), a dentina fica exposta às agressões externas e, portanto, é especialmente sensível a elas.
Esmalte dental desgastado: ter maus hábitos (como morder as unhas, morder canetas,…), além de uma escovagem agressivo, com uma massa muito abrasiva, pode provocar o desgaste do esmalte, o que deixa a dentina sem proteção.
Bruxismo: quando um paciente com bruxismo ou com muita força de mastigação provoca um desgaste dental, pode ocorrer uma exposição dentinaria.
Como prevenir a sensibilidade dental?
A higiene bucal é a chave. O escovação adequada e a limpeza com fio dental são dois elementos que ajudam a prevenir infecções nas gengivas que podem causar sensibilidade dentária.

Os centros de dia: o que são e o que oferecem

Este tipo de centro é voltado para os idosos que ainda não precisam de uma assistência contínua. Às vezes, porém, usam-se os centros de dia como passo prévio ou aclimatação da residência.
Vantagens dos centros de dia
Outras vantagens dos centros de dia é que os usuários não estão totalmente desconectados de seu ambiente, ou ambiente de referência, porque não estão em situações de total dependência. Paralelamente, no entanto, os usuários estão recebendo uma assistência que melhora a sua qualidade de vida, retardando os sintomas próprios da idade.
Um centro de dia, não é apenas um local de lazer para manter divertido ao residente, mas que também lhe oferecerá ao usuário tratamentos e assistência para suas doenças, tanto físicas, psicocognitivas como sociais.
Serviços
Um centro de dia, e oferece serviços de apoio diversos, a cargo de uma equipe de médicos, enfermeiros, auxiliares de geriatria, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e psicólogos, se bem que podem existir outros profissionais em função dos recursos humanos com que conta o centro ou as necessidades específicas do residente.
O atendimento do dia é integral e personalizado em todas as suas vertentes, e possibilita que os usuários possam continuar a viver em sua casa, sem esquecer o acompanhamento dos problemas médicos ou sociais que têm lugar fora do centro.
Em função do centro escolhido, ofertam oficinas de artesanato, palestras sobre temas de interesse, cursos de cozinha, fisioterapia ou reabilitação e terapias dirigidas à melhoria de sua motricidade ou agilidade mental. Também existem centros especializados no tratamento de doenças degenerativas, como o mal de alzheimer. Além disso, a maioria dos centros dispõem de serviço de sala de jantar ou café, já que os usuários podem passam no centro de grande parte da jornada.
Tipos de centros de dia
De acordo com a sua titularidade jurídica, encontramos três tipos de centros de dia:
Públicos: dependem da Administração pública e são gratuitos.
Privados, com lugares marcados: a titularidade corresponde a uma entidade não lucrativa ou a uma entidade comercial, mas que tem uma parte ou a totalidade de seus lugares concertadas com a Administração.
Privados: sem lugares marcados.
De acordo com a quem vá dirigido, os centros de dia podem ser divididos em:
Válidos: centros de caráter privado, pois vão dirigidos a pessoas que são capazes de cuidar de si mesmas, mas que recorrem a esses centros para a realização de atividades e reunir-se com outras pessoas.
Assistidos: oferecem serviços para as pessoas que precisam de ajuda ou não podem realizar suas atividades cotidianas.
Mistos: aceitam e atendem a pessoas dos dois grupos acima enumerados.

Desorientação em idosos: como tratar o delirium pontual

Uma confusão aguda ou delirium é uma situação pontual que pode resultar em nossos maiores, posteriormente, uma queda, uma queda de potássio ou uma simples infecção de urina. Todas elas são causas que desestabilizam a saúde dos idosos e afetam seu cérebro. Além da desorientação, o delirium pode provocar alucinações e alterações do sono, junto a comportamentos bruscos ou agressivos em algumas ocasiões.
A febre ou a dor são outros fatores que podem provocar a desorientação dos maiores, porque estas doenças afetam as áreas cerebrais encarregadas de situar-se no espaço e no tempo.
Em resumo, os traços essenciais do delirium consiste em uma alteração da consciência, que se manifesta por diminuição da capacidade de atenção, que se desenvolve em curto período de tempo (horas ou dias) e tem um curso flutuante. Além disso, existe um comprometimento global das funções cognitivas, agitação e uma inversão do ritmo sono – vigília.
São fatores de risco: pessoas com mais de 60 anos de idade, hospitalização, a proporção de jovens orgânica, dano cerebral prévio (demência, acidente cardiovascular, tumor) e história prévia de delirium.
As pessoas jovens também podem sofrer algum episódio de delirium por causa de alguma doença, no entanto não é um episódio tão freqüente porque têm uma saúde mais forte.
Como resolver o problema
Muitos familiares e amigos, quando enfrentam um desses episódios em seus maiores, acreditam, erroneamente, que perderam a cabeça ou que jamais serão recuperadas de seu estado.
No entanto, em função de como abordarmos o problema, não necessariamente devemos chegar a um diagnóstico tão negativo. Em alguns casos, se está diante do início de alguma loucura: a loucura e o delírio são os dois transtornos mentais mais comuns na população idosa. Até 50% das demências têm um delirium associado.
No entanto, em outros casos pode-se obter uma recuperação total do paciente.
Em Frente a um desses episódios, pois, o mais indicado é ir com urgência ao médico. O médico da equipe deve realizar, então, um acompanhamento ao paciente, bem como evitar o risco de desidratação, que pode alterar todos os eletrólitos do organismo.
O neurologista Anjo Berbel, coordenador da Unidade de Neurogeriatría do madrid, no Hospital da Cruz Vermelha e coordenador do Grupo de Neurogeriatría de Sociedade Espanhola de Neurologia, também ressaltou algumas ações importantes que devem ser tomadas no ambiente familiar do paciente, quando se deu a alta hospitalar:
O papel da família é fundamental: eles têm que criar um ambiente adequado que proporcione tranqüilidade ao doente, estimularle suavemente, convém explicar, dar-lhe conversa e orientá-lo. O ambiente deve ser relaxante, mas não com um silêncio sepulcral, nem uma escuridão total que lhes extravasar a imaginação e lhes propicie as alucinações.
Os ansiolíticos e medicamentos para dormir são por vezes contraproducentes, já que podem agravar a confusão. A pessoa idosa também deve saber o dia em que ele vive, controlando o calendário, tendo sempre um relógio à vista.
Um ambiente tranquilo, com poucos estímulos luminosos e sonoros é o ideal. Na medida do possível, para não interromper o sono noturno com medicamentos ou cenas de sinais vitais. Massagem, música e algumas técnicas de relaxamento podem favorecer o estado do paciente.
Também é recomendável que você saia para a rua e que se relacione com outras pessoas.
Finalmente, há que dirigir-se à pessoa idosa, com palavras simples e frases curtas e claras, evitando saturá-la com muita informação de cada vez. Entre essa informação clara que lhe forneceremos, é importante mantê-lo tranquilo sobre o próprio caso de delirium e sublinhar que se trata de um evento reversível e não o resultado de uma doença mental.
Para não agravar a angústia e confusão de pessoa maior, não é conveniente que mudar de casa ou de estadia com freqüência, ou que seja atendido a cada semana por um familiar, ou seja, neste estado, é importante manter padrões de familiaridade. No caso de não se poder adequar essas condições básicas, uma boa opção podem ser as residências ou os centros de dia.

MoleScope, tecnologia para detectar melanoma

Dentro dos diferentes tipos de câncer de pele, o melanoma é o mais mortal. Detectar o câncer de pele, e em especial o melanoma, tempo é fundamental para a sobrevivência do paciente. Muitas vezes não se dá importância aos bolinhas que temos e quando vamos aos profissionais pode ser tarde. Por este motivo a empresa norte-americana MetaOptima desenvolveu uma aplicação que, juntamente com uma lente de câmera, permite ajudar no diagnóstico de melanoma.
Esta aplicação é chamado de MoleScope e permite monitorar de forma simples, espinhas, verrugas ou qualquer lesão da pele. O mais interessante que apresenta esta aplicação com respeito a outras anteriores, que oferecem um serviço semelhante é a incorporação de um pequeno microscópio especial para smartphones. O que permite este objetivo é tirar fotos de alta qualidade para os pintas ou verrugas que nos preocupam.
Uma vez que temos as fotos o aplicativo se conecta com um profissional, de forma que possam ser enviadas as fotografias ao dermatologista especialista para que ele avalie o lunar. Isto é, este aplicativo é uma ferramenta de consulta que permite a comunicação com o especialista, sendo ele quem fizer o diagnóstico, não a ferramenta ou o usuário.
Outra vantagem que traz esta nova app é a rapidez. Como já mencionado, a detecção precoce de melanoma é de vital importância, e este é um dos principais motivos da criação de MoleScope, favorecendo a comunicação direta entre o paciente e o médico especialista.
Deste modo, o aplicativo está disponível tanto para pacientes quanto para médicos, sendo esta gratuita em ambos os casos. No entanto, o hardware, que incorpora a micro, há que pagá-la, para poder fazer as fotos em questão.
Uma vez dentro da app, esta permite criar um histórico médico básico e avaliar os pintas ou verrugas, segundo a sua forma, cor, tamanho e suas bordas. Você pode adicionar um diagnóstico e pedir, entre outras coisas, uma biópsia ou um acompanhamento do mesmo.
Atualmente, o aplicativo está disponível apenas em inglês, embora a micro pode ser adquirida a partir de Portugal.